terça-feira, 14 de junho de 2011

Metade do sangue recolhido em Portugal não é aproveitado

Metade do sangue recolhido em Portugal não é aproveitado pelo facto de não haver uma unidade de processamento de plasma, avança hoje o Jornal de Notícias.

Em declarações ao jornal, Joaquim Moreira Alves, presidente da Federação das Associações de Dadores de Sangue, afirmou que já foi reclamado «uma unidade de fraccionamento ou, como esta é muito onerosa, uma solução mais simples, que é um protocolo com um laboratório estrangeiro, para que o plasma exportado regresse sob a forma de medicamentos plasmáticos».

No entanto, há dois meses que nem todo o sangue é desperdiçado. O Instituto Português do Sangue (IPS) processa uma parte e está a preparar-se para fornecer aos hospitais, a partir de Setembro, cerca de 90 mil unidades de plasma inteiro o que vai permitir poupar 18 milhões de euros.

Moreira Alves, vice-presidente da Federação Internacional das Associações de Dadores de Sangue, defende que «devemos apostar no aproveitamento de todo o nosso sangue, que é extraordinariamente seguro», acrescentando que Portugal é o país que «mais evoluiu nos últimos 20 anos».

Fonte: Diário Digital

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