sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Feliz Ano Novo 2011 a Todos os Meus Seguidores no Blog

Comédia: Bom Ano 2011... Será?

Construído Processador Com Mil Núcleos x20 Mais Rápido

A Universidade de Glasgow anunciou a construção de um processador com mil núcleosCom esta construção torna-se possível o processamento de um algoritmo chave para o formato MPEG a uma velocidade de 5GB por segundo, o que pressupõe velocidades 20 vezes mais rápidas do que as dos actuais computadores.

Em comunicado a universidade adianta que «os cientistas usaram um chip denominado «Field Programmable Gate Array (FPGA)», e que os «FPGApodem ser configurados em circuitos específicos pelo utilizador, invés da mesma vir de fábrica, o que permitiu dividir os transistores do chip em pequenos grupos e levar a que cada um execute uma tarefa diferente».

A equipa de investigadores da universidade escocesa dividiu milhões de transístores em mil minicircuitos, em que cada um é capaz de seguir instruções diferentes.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Saúde: Marisco Ajuda a Reduzir o Colesterol

Há um tempo atrás acreditava-se que o marisco e o colesterol elevado no sangue estavam relacionados.  Sabe-se que as gambas, os camarões e as lagostas  possuem um  elevado teor de colesterol dietético. Pelo contrário o seu teor de gordura é baixo, sendo que o seu colesterol é mal absorvido pelo organismo humano. Existem estudos que comprovam que ao comer marisco pode-se reduzir os níveis de colesterol no sangue.  Um desses estudos foi realizado na Universidade de Washington em que um grupo de homens substituiu na sua dieta os alimentos ricos em proteínas por marisco como ostras, ameijoas, mexilhões e caranguejos.  Verificou-se então que estes ajudaram a diminuir gordura no sangue e os níveis de colesterol do sangue. Para além disso testou-se também as dietas com lulas e camarões, mas o resultado não foi o mesmo.
Propriedades do Marisco
O marisco possui reduzidas quantidades de ácidos gordos importantes que previnem as complicações cardiovasculares tal como ajudam a manter de forma saudável as células do cérebro e a retina do olho.O marisco possui um bom índice proteico e contém vitaminas B1, B2 e B6, para além dos minerais Ferro, Potássio e Zinco, indispensáveis na nossa alimentação, ainda que em pequenas quantidades. O marisco também é relativamente pobre em gordura, o que o torna pouco calórico.
Algumas restrições
As restrições ao consumo de marisco estão relacionadas com o facto destes animais, devido à sua alimentação ser composta principalmente por resíduos, poderem acumular toxinas ou metais pesados (como o Chumbo) nos tecidos que formam o seu corpo. Estes componentes podem provocar distúrbios graves na saúde quando ingeridos em quantidade suficiente.

Informação: Casino de Tróia Abre Dia 01-01-2011


As ‘slot machines’ têm uma tecnologia chamada ‘server base game’, em que o jogador pode escolher o jogo que deseja jogar.
Leia a reportagem sobre os últimos preparativos para a abertura do casino da Amorim Turismo no sábado.
A chegada do dinheiro é um dos momentos mais tensos da abertura de um casino. Nos cerca de 100 metros que separam a porta de entrada do novo casino de Tróia - que será inaugurado à meia-noite do dia 1 de Janeiro - até ao cofre há regras de segurança muito apertadas. A primeira tem a ver com a discrição. Para chegar ao cofre é preciso percorrer a sala principal e passar por várias portas que estarão a ser constantemente vigiadas.
Além disso, são apenas três os funcionários com permissão para mexer no dinheiro e todos eles escolhem, em segredo, o código de abertura. E, em circunstância alguma, poderão divulgá-lo aos colegas. Hoje é o dia em que chega a primeira tranche de notas. "Uma empresa de segurança vem entregar 250 mil euros. Teremos também um milhão de euros em fichas", diz Jorge Calado, o director-geral do casino de Tróia.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Comédia: Coincidências Que Fazem Pensar...


- Notícia de ontem do site da RTP: "Cerca de 30% dos portugueses sofrem de 
perturbações mentais". 
 
- Sondagem da semana passada divulgada na comunicação social: "Sócrates 
recolhe 30% da preferência de voto dos Portugueses

Informação: Investigadores querem criar simulador da Terra

 
Um grupo de investigadores está a planear criar um simulador capaz de representar virtualmente tudo o que se passa no planeta Terra, em tempo realA iniciativa chama-se Living Earth Simulator e vai ser liderada pelo projecto FuturICT.
O objectivo do sistema é simular tudo o que se passa na Terra, como os fenómenos meteorológicos ou padrões de epidemias, para melhorar a compreensão sobre o que se passa no planeta, resultante da actividade humana.
Citado pela BBC um dos investigadores envolvidos no projecto revela que o simulador vai agregar diversas dezenas de bases de dados sobre os mais diversos aspectos.
Para analisar esta enorme quantidade de informação, que já está a ser compilada, vão ser criados novos supercomputadores, adianta o investigador.
Estes dados serão integrados com informação de milhões de fontes, como informação dos mercados financeiros ou existente em redes sociais, em tempo real com a ajuda de tecnologias de Web semântica, um tipo de tecnologia que consegue analisar conjuntos de dados com um código descritivo, o que permite aos computadores contextualizar a informação em vez de apenas a analisar.
O investigador do FuturICT acredita que com todos estes dados será possível criar modelos que representam o que se está a passar numa determinada altura, ajudando assim a prever o avançar de uma epidemia ou os efeitos futuros de uma catástrofe natural, por exemplo.
Apesar das altas expectativas em torno do LES, os investigadores acreditam que apenas dentro de uma década existirá a tecnologia necessária para ter o simulador em funcionamento.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Informação: Novas Taxa Moderadoras na Saúde para 2011


Foi publicada hoje em Diário da República a portaria que estabelece a actualização das taxas moderadoras na Saúde.
Alegando que as taxas em vigor estavam "desactualizadas quer quanto ao valor quer quanto à tipologia dos actos", o Governo aproveitou para efectuar aumentos superiores à taxa de inflação esperada para 2011.
Os novos valores têm em conta "as perspectivas macroeconómicas prevista no relatório do Orçamento do Estado para o ano de 2011".

Diário da República, 1.ª série — N.º 250 — 28 de Dezembro de 2010
b) Os desempregados, inscritos nos centros de emprego, que recebam rendimentos não superiores ao salário mínimo nacional, seus cônjuges e filhos menores desde que dependentes.
Artigo 4.º
Disposições finais e transitórias
1 — A forma de comprovação da condição de beneficiário do RECM em função das patologias ou de grupos
especiais de utentes é regulada por despacho do membro
do Governo responsável pela área da saúde.
2 — Até 28 de Fevereiro de 2011 a comprovação da qualidade de beneficiário do regime especial de comparticipa-
ção pode ser feita mediante documento emitido pela segurança social ou de declaração emitida pelo centro de saúde.
Artigo 5.º
Entrada em vigor
A presente portaria entra em vigor em 1 de Janeiro
de 2011.
O Secretário de Estado da Saúde, Óscar Manuel de
Oliveira Gaspar, em 14 de Dezembro de 2010.
Portaria n.º 1320/2010
de 28 de Dezembro
O n.º 2 do artigo 1.º do Decreto -Lei n.º 173/2003, de 1
de Agosto, alterado pelos Decretos -Leis n.
os
 201/2007, de
24 de Maio, 79/2008, de 8 de Maio, e 38/2010, de 20 de
Abril, determina que o valor das taxas moderadoras é aprovado por portaria do Ministério da Saúde, sendo revisto e
actualizado anualmente tendo em conta, nomeadamente,
o índice de inflação.
As taxas moderadoras aprovadas pela Portaria n.º 34/2009,
de 15 de Janeiro, encontram -se desactualizadas quer quanto
ao valor quer quanto à tipologia dos actos, pelo que se torna
necessário proceder à sua revisão.
Esta revisão teve em consideração as perspectivas macroeconómicas prevista no relatório do Orçamento do
Estado para o ano de 2011.
Assim:
Ao abrigo do disposto no n.º 2 do artigo 1.º  do Decreto -Lei
n.º 173/2003, de 1 de Agosto, na sua redacção actual, manda
o Governo, pelo Secretário de Estado da Saúde, o seguinte:
Artigo 1.º
Objecto
As taxas moderadoras constantes da tabela anexa à
Portaria n.º 34/2009, de 15 de Janeiro, são actualizadas
nos termos da tabela anexa à presente portaria.
Artigo 2.º
Revogação
É revogada a Portaria n.º 34/2009, de 15 de Janeiro.
Artigo 3.º
Entrada em vigor
A presente portaria entra em vigor em 1 de Janeiro de
2011.
O Secretário de Estado da Saúde, Óscar Manuel de
Oliveira Gaspar, em 14 de Dezembro de 2010.

ANEXO
Tabela de taxas moderadoras
Código  Designação Taxa Moderadora (euros)

Consultas:
1 Hospitais centrais   . . . . . . . . . . . . . . . . . 4,60
2 Hospitais distritais . . . . . . . . . . . . . . . . . 3,10
3 Centros de saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2,25
Urgência:
4 Urgência polivalente . . . . . . . . . . . . . . . 9,60
5 Urgência básica e urgência médico-
-cirúrgica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8,60
6 Centros de saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3,80
7 Serviço domiciliário. . . . . . . . . . . . . . . . . . 4,80
Anatomia:
8 Histologia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .  5,30
9 Citologia aspirativa  . . . . . . . . . . . . . . . .  5,30
10 Citologia esfoliativa . . . . . . . . . . . . . . . .  2,70
Cardiologia:
11 Actos terapêuticos . . . . . . . . . . . . . . . . . 5,60
20 Pacemaker . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .  5,60
Electrocardiologia:
12 ECG simples de 12 derivações . . . . . 1
13 Outros exames de electrocardiologia 5,60
14 Fluoroscopia   . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5,60
15 Ecocardiografia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5,60
16 Cateterismo cardíaco . . . . . . . . . . . . . . . 5,60
18 Estudos electrofisiológicos . . . . . . . . . . 5,60
19 Outros estudos vasculares . . . . . . . . . . . 3,20
21 Cirurgia maxilo -facial . . . . . . . . . . . . . . . . 5,60
Dermatologia:
Exames de diagnóstico:
22 Exame por luz de Wood   . . . . . . . . . . 1,10
23 Dermatoscopia   . . . . . . . . . . . . . . . . . 1,20
24 Outros exames de diagnóstico . . . . . . 4,40
Fotodermatologia:
27 Fotodermatologia — procedimentos
diagnósticos . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4,60
28 Fotodermatologia — procedimentos
terapêuticos . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1,40
30 Criocirurgia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2,75
31 Radioterapia superficial   . . . . . . . . . . . . 5,60
Laserterapia:
32 Laserabrasão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5,60
33 Outros tratamentos por laser . . . . . . . 5,60
34 Electrocirurgia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3,70
35 Dermabrasão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5,10
36 Iontoforese   . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1,10
37 Excisão com encerramento directo . . . . 5,60
38 Revisão de cicatrizes . . . . . . . . . . . . . . . 5,60
39 Biopsia cutânea . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 0
40 Tratamento cirúrgico de unha incarnada 5,60
41 Outros procedimentos de dermatologia 2,35
Estomatologia:
42 Enxerto gengival . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5,60
43 Incisão em cunha distal . . . . . . . . . . . . . 5,60
44 Aparelho fixo bimaxilar   . . . . . . . . . . . . 5,60
45 Prostodontia fixa, por elemento . . . . . . . 5,60
Cirurgia oral:
46 Apicectomia   . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5,60
47 Implantes com anestesia local  . . . . . . 5,60
48 Exposição coronária para tracção ortodontica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5,60
49 Amputação radicular . . . . . . . . . . . . . 5,60
50 Cirurgia oral — outros   . . . . . . . . . . . 5,20
400 RX dentário . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1
51 Outros tratamentos de estomatologia  . . . 3,40

Diário da República, 1.ª série — N.º 250 — 28 de Dezembro de 2010   5965
Código  Designação Taxa Moderadora (euros)

Gastrenterologia:
Técnicas diagnósticas endoscópicas:
54 Anuscopia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1,10
56 Endoscopia através de cápsula   . . . . . 7,50
57 Colangiopancreatografia retrógrada
endoscópica (CPRE) . . . . . . . . . . . 7,10
60 Colonoscopia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7,10
61 Rectosigmoidoscopia . . . . . . . . . . . . . 2,80
378 Coledecoscopia «per oral». . . . . . . . . 7,10
62 Outras técnicas diagnósticas endoscópicas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7,10
Técnicas endoscópicas complementares:
58 Ultrassonografia transendoscópica . . . 7,10
65 Tratamento por laser . . . . . . . . . . . . . 5,60
64 Outras técnicas endoscópicas complementares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5,25
Técnicas de diagnóstico não endoscópicas:
52 Manometria esofágica (monitorização
prolongada ambulatória) . . . . . . . . 5,60
53 Paracentese diagnóstica . . . . . . . . . . . 1,20
55 Outras técnicas não endoscópicas diagnósticas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5,60
Técnicas terapêuticas não endoscópicas:
66 Injecção toxina botulinica do canal anal 5,60
67 Litotrícia extracorporal . . . . . . . . . . . 66,50
68 Intubação do tubo digestivo. . . . . . . . 1,30
402 Anestesia do esfíncter anal. . . . . . . . . 2,40
63 Outras técnicas terapêuticas não endoscópicas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3,50

Genética:
Citogenética:
69 Culturas celulares. . . . . . . . . . . . . . . . 1,10
70 Cariótipos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1,10
Análises de biologia molecular:
379 Análise de fragmentos, cada reacção 0,90
71 Outras análises de biologia molecular 1,10
380 Estudos genéticos (abordagem nosológica) 3,50
Ginecologia:
72 Actos vulvo -perineais . . . . . . . . . . . . . . 3,10
Exames endoscópicos ginecológicos:
73 Histeroscopia cirúrgica . . . . . . . . . . . 5,60
74 Polipectomia do endométrio, via histeroscópica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5,60
75 Miomectomia submucosa, via histeroscópica   . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5,60
76 Outros exames endoscópicos ginecológicos   . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2,35
77 Actos cirúrgicos simples ou múltiplos da vagina   . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3,70
78 Actos não cirúrgicos simples da vagina 1,10
79 Actos cirúrgicos do colo . . . . . . . . . . . . 3,40
Actos cirúrgicos da cavidade uterina:
80 Biopsia do endométrio com biopsia endocervical, por aspiração tipo vabra 0
81 Inserção ou remoção de DIU . . . . . . . 0
82 Outros actos cirúrgicos da cavidade
uterina . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1,45
Imunoalergologia:
90 Provas de sensibilidade cutânea. . . . . . . 1,10
91 Provas de provocação oftálmica  . . . . . . 1,10
92 Provas de provocação nasal . . . . . . . . . . 5,60
93 Provas de provocação oral . . . . . . . . . . . 5,60
404 Provas de provocação injectável . . . . . . 5,60
96 Provas de função respiratória. . . . . . . . . 2,10
Imunoterapia:
Código  Designação Taxa Moderadora (euros)
97 Aplicação de extractos de aeroalergenos por método de rush — mínimo de quatro injecções em concentrações crescentes . . . 5,60
98 Outros actos de imunoterapia   . . . . . . 1,10
Imuno -hemoterapia:
100 Plasmaferese terapêutica . . . . . . . . . . . . 5,60
101 Citaferese . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5,60
102 Aplicação de uma transfusão de sangue (unidade/sessão) . . . . . . . . . . . . . . . . . 5,60
103 Desleucocitação de uma pool de concentrados plaquetários . . . . . . . . . . . . . . . 5,60
105 Fenotipagem eritrocitária Rh . . . . . . . . . 1,55
106 Outras análises de imuno -hemoterapia ...1,55
Medicina física e de reabilitação:
107 Técnicas diagnósticas. . . . . . . . . . . . . . . 1,10
Técnicas terapêuticas:
108 Infiltração muscular com toxina botulínica. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5,60
118 Outras técnicas terapêuticas. . . . . . . . 1,10
Medicina nuclear:
123 Cintigrafia cardíaca com 123I -MIBG. . . 7,10
405 Cintigrafia miocárdica . . . . . . . . . . . . . . 7,10
406 Cinética de plaquetas . . . . . . . . . . . . . . . 7,10
407 Cintigrafia intestinal. . . . . . . . . . . . . . . . 7,10
408 Cintigrafia corporal . . . . . . . . . . . . . . . . 7,10
409 Imunocintigrafia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7,10
144 Renograma . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2,80
146 Tomografia cerebral . . . . . . . . . . . . . . . . 7,10
148 Tomografia de positrões. . . . . . . . . . . . . 10,20
382 Outros exames de medicina nuclear  . . . 5,60
Neurologia/neurofisiologia:
383 Electroencefalografia . . . . . . . . . . . . . . . 7,10
153 Potenciais evocados . . . . . . . . . . . . . . . . 11
384 Electromiografia  . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7,05
Ultrassonografia:
158 Ultrassonografia simples . . . . . . . . . . 8,10
159 Ultrassonografia com produto de contraste. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11,70
Neuropsicologia:
160 Avaliação neuropsicológica . . . . . . . . 5,50
161 Avaliação neuropsicológica com estudos radiológicos . . . . . . . . . . . . . . . 5,60
166 Outros actos de neurologia/neurofisiologia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5,60
Oftalmologia:
167 Terapia fotodinâmica macular . . . . . . . . 7,70
168 Queratomileusis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5,60
169 Fotoqueratotomia refractiva ou terapêutica 5,60
171 Angiografia oftalmológica . . . . . . . . . . . 11,80
172 Fluorofotometria do segmento anterior ou
posterior . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5,60
174 Laser. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9,30
175 Exames electrofisiológicos . . . . . . . . . . 7,10
176 Contactologia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5,60
177 Exame oftalmológico completo sob anestesia geral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5,60
178 Subvisão. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5,60
180 Ecografia oftálmica/biometria . . . . . . . . 4,30
181 Campimetria   . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3,50
182 Queratometria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3,10
183 Sondagem das vias lacrimais ou extracção
de corpo estranho ocular . . . . . . . . . . 1,50
184 Gonioscopia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1,10
185 Tratamento de ortóptica ou pleóptica . . . 1,10
186 Oftalmoscopia e oftalmodinamometria 1,10
187 Outros exames oftalmológicos. . . . . . . . 3,60
Ortopedia:
188 Redução de fracturas e luxações . . . . . . 3,60

Diário da República, 1.ª série — N.º 250 — 28 de Dezembro de 2010
Código  Designação Taxa moderadora (euros)
Imobilizações/aplicação de aparelhos gessados ou ortopédicos:
189 Coluna vertebral com correcção de escoliose . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5,60
190 Gessos funcionais   . . . . . . . . . . . . . . . 5,60
191 Aplicação de imobilizações gessadas na coluna vertebral   . . . . . . . . . . . . 5,60
192 Pelvi -podálico bilateral . . . . . . . . . . . 5,60
193 Pelvi -podálico unilateral . . . . . . . . . . 5,60
194 Coxa, perna e pé   . . . . . . . . . . . . . . . . 5,60
195 Remoção de imobilizações gessadas 1,10
196 Outras imobilizações/aplicações de aparelhos gessados ou ortopédicos . . . . 2,80
197 Tratamentos da mão e do pé  . . . . . . . . .  5,60
Aplicação de tracções:
198 Tracção esquelética craniana . . . . . . . 5,60
199 Tracção esquelética aos membros . . . 5,60
200 Tracção cutânea . . . . . . . . . . . . . . . . . 2,90
201 Tratamento de lesões tróficas do pé. . . . 5,20
202 Outros actos de ortopedia   . . . . . . . . . . . 3,10
Otorrinolaringologia:
204 Audiometria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1,40
205 Impedanciometria e provas suplementares
de audiometria . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1,10
203 Audiometria de respostas eléctricas evocadas (ERA) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1,40
Vestibulometria:
206 Testes da função vestibular . . . . . . . . 3,50
207 Testes vestibulares suplementares . . . 1,90
208 Creaneocorpografia . . . . . . . . . . . . . . 1,30
209 Tratamento optocinético (sessão)   . . . 1,30
210 Posturografia dinâmica computorizada 5,40
211 Endoscopia ORL . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2,70
Serviços ORL especiais:
212 Avaliação foniátrica . . . . . . . . . . . . . . 1,10
214 Rinomanometria computorizada . . . . 1,50
215 Electroneuronografia computorizada 4,50
Outros actos de ORL:
216 Actos de ORL realizados em pele, anexos e partes moles .. . . . . . . . . . . . 3,90
217 Actos de ORL, incluíndo prótese   . . . 5,40
218 Actos simples de ORL (exemplo: remoção cerúmen) . . . . . . . . . . . . . . . . 1,30
219 Outros actos de ORL . . . . . . . . . . . . . 2,90
Patologia clínica:
Bioquímica:
223 Ácido fenilpirúvico, pesquisa, u . . . . 0,35
224 Ácido úrico, s/u/L . . . . . . . . . . . . . . . 0,40
225 Albumina, s . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 0,35
226 Aldolase, s . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 0,35
229 Aminotransferase da alanina (ALT), s 0,40
230 Aminotransferase do aspartato (AST), s 0,40
232 Bilirrubina total e directa, s/l   . . . . . . 0,45
233 Bilirrubina total, s/l . . . . . . . . . . . . . . 0,35
234 Bilirrubina, pesquisa, u/l . . . . . . . . . . 0,35
235 Cálcio total, s/u . . . . . . . . . . . . . . . . . 0,35
236 Cistina, pesquisa, u . . . . . . . . . . . . . . 0,35
237 Cloretos, s/u/l   . . . . . . . . . . . . . . . . . . 0,35
238 Colesterol da fracção HDL, s   . . . . . . 0,60
239 Colesterol total, s/l   . . . . . . . . . . . . . . 0,40
240 Corpos cetónicos, pesquisa, s/u . . . . . 0,35
241 Creatinaquinase (CK), s   . . . . . . . . . . 0,50
242 Creatinaquinase, isoenzimas MB, MM,
cada, s   . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1
244 Creatinina, s/u . . . . . . . . . . . . . . . . . . 0,35
245 Densidade relativa, u/l   . . . . . . . . . . . 0,45
246 Desidrogenase láctica (LDH), s/u/l  . . .  0,40
250 Ferro, capacidade de fixação, s . . . . . 0,45
251 Ferro, s   . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 0,45
252 Fosfatase ácida total, s . . . . . . . . . . . . 0,70
Código  Designação Taxa Moderadora (euros)
253 Fosfatase alcalina, s . . . . . . . . . . . . . . 0,40
254 Fósforo inorgânico, s/u . . . . . . . . . . . 0,45
255 Frutosamina, s . . . . . . . . . . . . . . . . . . 0,70
258 Glucose, doseamento, s/u/l . . . . . . . . 0,35
259 Glucose, pesquisa, u   . . . . . . . . . . . . . 0,35
260 Gonadotrofina coriónica (teste imunológico de gravidez), u   . . . . . . . . . . 0,80
261 Hemoglobina, pesquisa, u . . . . . . . . . 0,35
264 Ionograma (Na, K, Cl), s/u   . . . . . . . . 0,45
266 Lactose, pesquisa, u . . . . . . . . . . . . . . 0,25
267 Lipase, s/u . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 0,80
268 Magnésio, s/u . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 0,70
269 5' -nucleotidase, s . . . . . . . . . . . . . . . . 0,90
270 pH, l . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 0,30
271 Pigmentos biliares, pesquisa, u . . . . . 0,35
272 Porfirinas, pesquisa, u . . . . . . . . . . . . 0,80
273 Porfobilinogénio, pesquisa, u/fezes . . .  0,55
274 Potássio, s/u . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 0,35
276 Proteínas (total) e electroforese, s . . . 1,10
277 Proteínas (total), s/u/l . . . . . . . . . . . . . 0,45
278 Sódio, s/u . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 0,35
280 Gamaglutamil transferase (γGT) . . . . 0,45
281 Triglicéridos, s/u/l . . . . . . . . . . . . . . . 0,35
282 Ureia, s/u . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 0,40
283 Urina, análise microscópica do sedimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 0,70
284 Urina, análise quantitativa do sedimento
(contagem por minuto). . . . . . . . . . 0,80
285 Urina, análise sumária (inclui análise
do sedimento). . . . . . . . . . . . . . . . . 0,70
286 Urobilina, pesquisa, u . . . . . . . . . . . . 0,35
287 Urobilinogénio, pesquisa, u . . . . . . . . 0,35
385 Substâncias redutoras, pesquisa . . . . . 0,55
386 Sangue, pesquisa, suco gástrico ou duodenal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1
387 Líquido sinovial, estudo morfológico 1
388 Hemoglobina F, pesquisa (APT teste) 0,60
389 Hemossiderina, pesquisa . . . . . . . . . . 0,55
390 Colesterol da fracção LDL. . . . . . . . . 1
391 Amilase e amilase pancreática . . . . . . 0,60
288 Outras análises bioquímicas. . . . . . . . 1,10
Hematologia:
291 Velocidade de sedimentação . . . . . . . . . 0,40
292 Outras análises de hematologia . . . . . . . 1,10
294 Hemostase . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1,10
Imunologia:
295 Crioglobulinas, pesquisa . . . . . . . . . . . . 0,80
393 Análises por citometria de fluxo . . . . . . 1,60
298 Outras análises de imunologia . . . . . . . . 1,10

Microbiologia:
Serologia:
397 Reacção de VDRL com titulação. . . . 0,95
398 Reacção de Wright/Huddleson   . . . . . 0,90
299 RPR (rapid plasma reagin)  . . . . . . . . 0,50
300 Outras análises de serologia. . . . . . . . 1,10
310 Antigénios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1,10
Bacteriologia:
307 Exame directo a fresco (procedimento isolado). . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1
399 Exame directo com coloração negativa tinta da china . . . . . . . . . . . . . . . . . 1
309 Outras análises de bacteriologia   . . . . 1,10
313 Micobacteriologia . . . . . . . . . . . . . . . . . 1,10
Micologia:
395 Fungos leveduriformes — identificação por métodos manuais, microscópicos ou outros  . . . . 0,90
315 Outras análises de micologia . . . . . . . 1,10
316 Parasitologia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1,10
317 Virologia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1,10
Diário da República, 1.ª série — N.º 250 — 28 de Dezembro de 2010   5967
Código  Designação Taxa Moderadora (euros)
403 VIH (vírus da imunodeficiência humana) — teste rápido. . . . . . . . . . . . . 0
Pneumologia:
Provas de função respiratória:
318 Prova de broncoconstrição específica com alergénios . . . . . . . . . . . . . . . . 5,60
319 Distensibilidade pulmonar  (compliance)  . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5,10
320 Oximetria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1,10
396 Determinação do CO no ar expirado 1,10
322 Outras provas de função respiratória 3,70
Técnicas especiais de diagnóstico e tratamento:
327 Terapia por laser   . . . . . . . . . . . . . . . . 5,60
328 Aplicação local de cola . . . . . . . . . . . 5,60
329 Lavagem pulmonar  . . . . . . . . . . . . . . 5,60
333 Toracoscopia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5,60
335 Reabilitação funcional . . . . . . . . . . . . 1,10
336 Prova tuberculínica com leitura . . . . . 1
337 Outras técnicas especiais de diagnóstico e tratamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5,60
Radiologia:
83 Exames radiológicos . . . . . . . . . . . . . . . 1,80
84 Exames radiológicos com contraste   . . . 3,40
374 Osteodensitometria . . . . . . . . . . . . . . . . 5,60
85 Ecografia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3,70
86 Estudos por doppler   . . . . . . . . . . . . . . . 8,50
87 Tomografia computorizada (TC) . . . . . . 19,20
88 Ressonância magnética . . . . . . . . . . . . . 21,50
89 Exames vasculares . . . . . . . . . . . . . . . . . 17
401 Radiologia de intervenção: procedimentos terapêuticos radiológicos simples . . . 15,50
410 Radiologia de intervenção: punção para citologia ou histologia . . . . . . . . . . . . 15,50
381 Radiologia de intervenção: outros procedimentos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20,40
Reumatologia:
338 Aspiração de bolsas sinoviais . . . . . . . . 1,10
339 Artrografia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5,60
341 Artroclise . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5,60
342 Sinoviortese com ácido ósmico . . . . . . . 5,60
343 Outras técnicas de reumatologia . . . . . . 3,20
Urologia:
344 Litotrícia extracorporal por ondas de choque . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 66,50
350 Colocação percutânea anterógrada de tutor ureteral, via já estabelecida . . . . . . . . 0
362 Algaliação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4,30
364 Meatotomia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4,10
366 Redução cirúrgica de parafimose   . . . . . 4,10
367 Punção/aspiração por agulha . . . . . . . . . 0
369 Urofluxometria   . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2,80
373 Outros actos de urologia . . . . . . . . . . . . Outros: 5,50
321 Estudos do sono . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5,65
323 Aspirados, biopsias e escovados . . . . . . 0
 MINISTÉRIO DA CULTURA
Decreto n.º 18/2010 de 28 de Dezembro
O presente decreto procede à classificação como monumentos nacionais da Igreja do Sagrado Coração de
Jesus, do edifício -sede e parque da Fundação Calouste Gulbenkian, do Jardim Botânico de Lisboa e do campo da Batalha de Aljubarrota e área envolvente.
De acordo com os critérios e os pressupostos de classificação previstos na Lei n.º 107/2001, de 8 de Setembro, que estabelece as bases da política e do regime de protecção e valorização cultural, os bens imóveis que o Governo classifica como monumentos nacionais revestem -se de excepcional interesse nacional, pelo que se torna imperativo que se lhes proporcione especial protecção e valorização, nos termos que a lei prevê.
O valor científico, patrimonial e cultural de cada um dos bens ora classificados articula -se segundo critérios
como autenticidade, originalidade, raridade, singularidade e exemplaridade, que se revelam expressivamente no modo como foram apropriados pelos cidadãos e na relevância simbólica que adquiriram como lugares da ciência, das artes e da memória histórica e política.
A Igreja do Sagrado Coração de Jesus é um edifício de referência no âmbito da arquitectura portuguesa do
século XX, localizada nas proximidades da Avenida da Liberdade. Prémio Valmor de Arquitectura de 1975, é uma obra dos arquitectos Nuno Teotónio Pereira e Nuno Portas, que integravam o Movimento de Renovação da Arte Religiosa (MRAR). Edificada na encosta ocidental da colina sobranceira à Rua de Santa Marta, a igreja inova decisivamente no plano da concepção do espaço litúrgico.
A nave cerimonial faz parte de um complexo paroquial que compreende espaços dedicados ao culto, cripta, capelas mortuárias, auditório, secretaria, cafetaria e ainda áreas para actividades sócio -culturais, sendo dominada pela imponente parede nua da cabeceira que realça o altar. A plateia e os balcões dispõem-se  numa espécie de anfiteatro, visando a participação dos fiéis nos actos religiosos.
A opção integradora do objecto arquitectónico na estrutura do quarteirão foi a solução encontrada pelos autores para resolver a questão que lhes era colocada: igreja de grande capacidade versus um lote exíguo comprometido pela presença de grandes edifícios na sua envolvente, desmaterializando a igreja e o corpo dos anexos em vários níveis unidos por um espaço aberto central, articulador dos acessos em socalcos, ligando as diferentes cotas da Rua de Camilo Castelo Branco e da Rua de Santa Marta, através de um percurso urbano resolvido com escala e intimidade.
O objecto arquitectónico desaparece como elemento isolado, dissolvendo -se na estrutura urbana do lote que se propunha completar. Em 1962, ano em que o projecto foi escolhido, esta atitude, que valorizava o urbano em detrimento do primado do «objecto arquitectónico», constituiu uma revolução no modo de pensar a arquitectura.
A qualidade ímpar da Igreja do Sagrado Coração de Jesus no panorama da arquitectura nacional pode ser reconhecida pela sua filiação numa estética neobrutalista, manifestada através do recurso a materiais como o betão armado, painéis e blocos pré-fabricados, que nos deu poucas obras, porém invariavelmente de enorme qualidade artística e cultural.
A relevância deste imóvel como testemunho de importantes orientações estéticas e arquitectónicas dos anos 60 faz dele um dos mais representativos para a cultura nacional, no âmbito da arquitectura portuguesa do século XX, justificando -se, assim, a sua integral salvaguarda.

Informação: Desenvolvido reactor que produz combustível a partir de luz solar


Este reactor foi desenvolvido por investigadores norte-americanos e suíços e possibilita a conversão directa de energia solar em combustíveis que podem ser armazenados ou transportados.
Os painéis fotovoltaicos convencionais produzem electricidade directamente a partir da radiação solar, a qual tem de ser consumida ou armazenada. O armazenamento pode ser realizado em baterias ou pela utilização da electricidade para produção de combustível (armazenamento intermédio de energia).
Actualmente foi desenvolvido por investigadores americanos e suíços, um equipamento protótipo que converte directamente a energia solar em combustíveis que podem ser armazenados ou transportados. Esta versatilidade permite que a energia produzida possa ser consumida à noite ou transportada para locais onde é necessária.
O funcionamento deste protótipo foi publicado na revista Science. O artigo refere que o equipamento apresenta uma janela de quartzo e uma cavidade para receber e convergir a radiação solar para um cilindro forrado com óxido de cério. Este composto, também conhecido como ceria, é higroscópico, ou seja, atrai e retém moléculas de água e, também absorve uma pequena quantidade de dióxido de carbono. À medida que a luz solar incidente aquece este composto, as ligações termodinâmicas da água e dióxido de carbono bombeados para o cilindro são quebradas, produzindo monóxido de carbono e hidrogénio.
O hidrogénio resultante pode ser usado como combustível para os veículos com células de combustível como os que estão a ser desenvolvidos por várias companhias do sector automóvel como Hyundai e Honda. A combinação de hidrogénio com monóxido de carbono pode ser usado para criar syngas – um gás combustível que tem metade da densidade energética do gás natural mas é frequentemente usado como fonte de combustível ou como produto intermédio para produção de outros químicos. Os investigadores também referem que este equipamento pode ser utilizado para produzir metano.
Actualmente o protótipo ainda não é muito eficiente. Apenas há aproveitamento de 0.7 a 0.8 % do toal de energia solar recebida pelo aparelho. Esta ineficiência deve-se às perdas de energia nas trocas de calor nas paredes do reactor ou através da perda de radiação pela janela que de quartzo. Contudo, os investigadores acreditam que um aparelho viável para comercialização com taxas de eficiência superiores a 19% é possível, pela utilização de melhores isolamentos no reactor e aberturas mais pequenas.

Remédio Caseiro, Para Alívio da Tosse Seca (Xarope Natural)


xarope Alívio da tosse secatosse seca ou tosse não-produtiva (sem expectoração) pode ter origem, por exemplo, alérgica, neurótica ou inflamatória.
Irritação e comichão na garganta são sintomas que acompanham uma tosse seca, o que a torna ainda mais incomodativa.
Existem xaropes que permitem acalmar uma tosse seca até esta cessar, mas se a pudermos acalmar com métodos caseiros naturais, melhor… e mais barato!
Da próxima vez que for alvo de uma tosse seca irritativa, experimente triturar umas 3 ou 4 cenouras no liquidificador com dois copos de água. Coe essa água, junte-lhe meio copo de mel e leve ao lume durante dez minutos.
Tome cinco colheres de sopa por dia desse “xarope” caseiro.
Já agora, vai-lhe sobrar muita cenoura ralada… não a deite fora, guarde e aproveite para algum cozinhado.
Para além da toma desse remédio caseiro, faça por beber muita água para manter a garganta sempre húmida.
Existe um motivo especial para ter escrito este artigo hoje… é que desde ontem que estou com tosse seca e optei por este método para a acalmar. Não tem efeito milagroso e o alívio não é imediato, mas nota-se que a tosse vai acalmando toma após toma.
Atenção: se a tosse persistir durante vários dias, se lhe surgir febre ou tiver dificuldade em respirar, deve recorrer ao seu médico.

Dicas: Saco Frio Instantâneo Para o Alívio da Dor


sacodegelo Saco frio instantâneo para o alívio da dorConhece aqueles sacos de gel congelados que se utilizam no alívio de dores musculares e parareduzir o inchaço dos hematomas?
Pode fazer o seu próprio saco frio de primeiros socorros de uma forma muito simples…
Misture dentro de um saco um copo de álcool com duas chávenas deágua e coloque no congelador.
O líquido nunca ficará sólido permitindo que o saco seja moldável de forma a ser mais fácil de aplicar na zona lesionada.
Este saco é reutilizável, basta colocá-lo novamente no congelador após uso.

Dicas: Remédio Caseiro Para a Rouquidão


cantar Alívio da rouquidãoEm vez de recorrer a fármacos para tentar aliviar a rouquidão, experimente um método caseiro para esse efeito.
Beba um chá de casca de cebola.
A preparação é a mesma de um chá vulgar. Simplesmente ferva água e junte as cascas de cebola. Para melhorar o efeito deste chá, adoce-o com mel.
Talvez não seja o chá mais saboroso que já provou, mas sentirá um alívio quase imediato da rouquidão.


megafone Perdeu a voz? Reencontre a
afonia ou rouquidão traduz-se na perda parcial ou total da voz.
Pode confrontar-se com este problema devido a diversas situações:
  • Se na noite anterior foi para uma sessão de karaoke e lembrou-se de cantar todo o reportório do Tony Carreira.
  • Fumou que nem uma chaminé ou esteve bastante tempo num local rodeado de fumadores.
  • É alérgico a pó, gases, mofo, mudanças de temperatura, etc…
  • Ingeriu alimentos bastante geladosquentes ou irritantes.
Existem muitas mais situações que poderão ser a causa deste problema, até mesmo o facto de estar extremamente ansioso pode provocar afonia.
Com base nas indicações do livro Viva Melhor, passo a descrever alguns tratamentos sugeridos para este inconveniente:
  • Prepare um sumo de pepino, adoce-o com mel e beba. Faça uma compressa com a polpa do pepino e aplique-a na garganta várias vezes ao dia.
  • Gargareje sumo de abacaxi adoçado com mel.
  • Coza 200 gramas de cenoura em meio litro de água. Acrescente mel à água da cozedura e beba este sumo ainda morno uma chávena 3 vezes ao dia.
Nunca precisei de experimentar, gosto de karaoke mas nunca cheguei ao ponto de ficar afónico. icon smile Perdeu a voz? Reencontre a
Se experimentar, deixe um comentário com o resultado.
No caso de persistência dos sintomas ou se sofrer de rouquidão crónica, recorra ao seu médico.

Dicas: Conservar os Restos de Cebola no Frigorífico!


cebolas Restos de cebolaMuitas vezes não temos necessidade de utilizar uma cebola inteira ao cozinhar e normalmente guarda-se a parte que sobrou no frigorífico ou no congelador.
No congelador, a cebola cortada mantém-se fresca durante bastante tempo, no frigorífico… já não dura assim tanto – começa a ficar acastanhada e mole.
Mas existe uma forma de permitir que a cebola cortada se mantenha fresca por mais tempo no frigorífico.
Antes de colocar no frigorífico, barre a superfície cortada da cebola com um pouco de manteiga e embrulhe-a em folha de alumínio.

Dicas: Poupar de Lâmpada em Lâmpada


lampada De lâmpada em lâmpadaNeste momento já não existem grandes argumentos para defender a utilização de lâmpadas devoradoras de energia.
Provavelmente por esta altura, já substituiu todas as suas lâmpadas incandescentes por lâmpadas economizadoras.
Já não é novidade nenhuma que a utilização de lâmpadas fluorescentes economizadoras permite-lhe uma redução significativa no consumo de energia eléctrica comparativamente às “velhinhas” lâmpadas incandescentes.
Mas será que conhece todas as alternativas económicas existentes no mercado para as lâmpadas incandescentes e de halogéneo para cada tipo de casquilho?
Atente à seguinte tabela de equivalências fornecida pelo site EcoCasa:
ecocasa lampadas De lâmpada em lâmpada
Como vê, apesar de ainda não existirem lâmpadas economizadoras equivalentes a alguns tipos de lâmpadas de halogéneo, existem versões dessas lâmpadas mais eficientes do ponto de vista energético em que, dependendo do caso, permitem uma poupança de até 30%.
Se ainda não trocou todas as suas lâmpadas apenas porque desconhece qual a versão económica que utiliza o mesmo casquilho… agora já não tem desculpas! icon wink De lâmpada em lâmpada