segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Documentos do Wikileaks Revelados

Ficheiros secretos ridicularizam líderes mundiais

por DN.PTOntem
Ficheiros secretos ridicularizam líderes mundiais
Os documentos colocam a descoberto alguns segredos de vários líderes mundiais. E acusam Hillary Clinton de ter dado ordens para "espiar" aos diplomatas americanos na ONU.
Segundo os documentos divulgados pela Wikileaks, citados pelo alemão Der Spiegel, a secretária de Estado Hillary Clinton terá dado instruções aos diplomatas norte-americanos nas Nações Unidas (ONU) para que "espiassem" os diplomatas de outros países, recolhendo informação sobre as suas contas de e-mail e outros dados de acesso à Internet, cartões de crédito e até material genético. Através dos seus diplomatas na ONU e das suas embaixadas no estrangeiro, os Estados Unidos criaram uma "rede de espionagem" internacional.
As instruções terão sido dadas formalmente através de uma directiva assinada por Hillary Clinton, que terá entrado em vigor a 31 de Julho de 2009, mas que terá sido iniciada pela secretária de Estado de George W. Bush, Condoleeza Rice. O site Wikileaks divulgou hoje 251.287 mensagens de correio diplomático norte-americano, que cobrem um período até Fevereiro de 2010 e põem a descoberto a política externa norte-americana.
Leia aqui o que é escrito sobre alguns dos principais líderes mundiais:
Muamar Kadafi (líder da Libia) - Usa botox e é um verdadeiro hipocondríaco que filma todos os exames médicos que realiza. Anda sempre acompanhado de uma vistosa enfermeira loira ucraniana.
Vladimir Putin (primeiro-ministro russo) - É descrito como machista e autoritário.
Nicolas Sarkozy (presidente francês) - A diplomacia norte-americana não mostra grande apreço pelo líder francês, que é seguido com atenção com receio de qualquer movimento para desautorizar a política exterior americana.
Silvio Berlusconi (primeiro-ministro italiano) - Nos relatórios são descritas as "festas selvagens" do líder italiano, algo que desperta uma profunda desconfiança em Washington.

Mahmoud Ahmadinejad (presidente do irão)
 - O líder iraniano é comparado a Adolf Hitler.

Angela Merkel (chanceler alemã)
 - A dama de ferro germânica é descrita com uma pessoa que "evita os riscos e raramente é realista".
De acordo com alguns sites de jornais internacionais que tiveram acesso aos documentos, a publicação destes ficheiros secretos pode colocar seriamente em causa as relações dos Estados Unidos com alguns dos seus principais aliados.Em outros casos são colocados em dúvida alguns projectos importantes de política exterior, como a proximidade entre os EUA e a Rússia e o apoio a certos governos árabes.
Veja os trabalhos dos sites que publicaram a informação do Wikileaks:

sábado, 27 de novembro de 2010

Saúde: Benefícios dos Tremoços

tremoços.png
Quem não gosta de se sentar numa esplanada numa tarde bem soalheira a beber uma cervejinha com um pratinho de tremoços ao lado? Pois é é um dos muitos prazeres que a vida nos pode oferecer, e se não abusarmos da cerveja, este prazer não mata nem engorda.

É verdade o tremoço tão conhecido como sendo um aperitivo é afinal muito mais que isso, é a semente das plantas fabáceas (tremoceiro), não comestível (tóxica) quando colhida da planta ainda em grão seco. Para se poder comer e saborear, o tremoço é então cozido e demolhado em água salgada.

O tremoço é um alimento fantástico rico em proteínas, mais nutritivo que o leite ou a carne, embora não seja um substituto destes. rico em vitaminas do complexo B e E,cálcio, ferro, fósforo, potássio, ómega 3 e ómega 6 (ác. gordos insaturados). Por todas estas propriedades os tremoços são excelentes para os ossos e intestinos, controlam também a taxa de açucar no sangue (óptimo para os diabetes), ajudam a controlar ocolesterol e reduzem o apetite.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Saúde: Dicionário Médico

Abdome agudo 

Dor abdominal, em geral de início súbito, progressiva que costuma associar-se a doenças de resolução cirúrgica. Necessita de avaliação médica urgente. Algumas causas de abdome agudo são apendicite, colecistite, pancreatite, etc.

Ablação

Extirpação de qualquer órgão do corpo.

Abortamento 

Interrupção precoce da gravidez, espontânea ou induzida, seguida pela expulsão do produto gestacional pelo canal vaginal (Aborto). Pode ser precedido por perdas sangüíneas através da vagina.

Abscesso 

Coleção de pus produzida em geral por uma infecção bacteriana. Pode se formar em diferentes regiões do organismo (cérebro, osso, pele, músculo). Pode causar febre, calafrios, tremores e vermelhidão e dor na área afetada.

Acetilcisteína 

Derivado N-acetil da cisteína. É usado como um agente mucolítico para reduzir a viscosidade das secreções mucosas.

Aciclovir 

Substância análoga da Guanosina, que age como um antimetabólito, à qual os vírus são especialmente susceptíveis. É usado especialmente contra o herpes.

Acidente vascular cerebral (AVC) 

Doença de início súbito, caracterizada pela falta de irrigação sangüínea em um determinado território cerebral. Pode ser secundário à oclusão de alguma artéria ou a um sangramento, no último caso é denominado Acidente Vascular Cerebral Hemorrágico.

Acidez gástrica

Estado normal do conteúdo do estômago caracterizado por uma elevada quantidade de íons hidrogênio, quantidade esta que pode ser medida através de uma escala logarítmica denominada pH (ver pH).

Acidose 

Desequilíbrio do meio interno caracterizado por uma maior concentração de íons hidrogênio no organismo. Pode ser produzida pelo ganho de substâncias ácidas ou perda de substâncias alcalinas (básicas).

Acloridria 

Falta de ácido hidroclorídrico no suco gástrico, apesar da estimulação da secreção gástrica.

Bacteremia

Presença de bactérias no sangue, porém sem que as mesmas se multipliquem neste. Quando elas se multiplicam no sangue chamamos “septicemia”.

Bactéria

Organismo unicelular, capaz de auto-reproduzir-se. Existem diferentes tipos de bactérias, classificadas segundo suas características de crescimento (aeróbicas ou anaeróbicas, etc.), sua capacidade de absorver corantes especiais (Gram positivas, Gram negativas), segundo sua forma (bacilos, cocos, espiroquetas, etc.). Algumas produzem infecções no ser humano, que podem ser bastante graves.

Bacteriúria

Presença de bactérias na urina. Normalmente a urina é estéril, ou seja, não contem microorganismos.

Balanopostite

Inflamação da glande e do prepúcio. Produz dor e secreção de pus. Pode ser de origem traumática ou infecciosa.

Bartolinite

Inflamação das glândulas de Bartolin, que são glândulas acessórias dos genitais externos femininos. Causa dor e abaulamento da região e pode requerer drenagem cirúrgica.

BCG

Vacina utilizada para prevenir a tuberculose. Esta é composta por bacilos vivos e atenuados, que não produzem doença em pessoas com imunidade normal.

Bile

Líquido secretado pelo fígado e acumulado na vesícula biliar, com abundante quantidade de bilirrubina, colesterol e pigmentos biliares. Tem importante função na digestão de gorduras. É lançada na porção inicial do intestino delgado através de um conduto chamado hepato-colédoco.

Bilirrubina

Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (p. ex. cálculos biliares, hepatite).

Biópsia

Obtenção de uma amostra de tecido de um organismo vivo para fins diagnósticos.

Blenorragia

Infecção transmitida sexualmente, produzida por uma bactéria chamada Neisseria gonorreae, que se manifesta por secreção purulenta drenada através da uretra. Se não tratada adequadamente pode produzir problemas mais sérios, como infecção crônica e esterilidade.

Câimbras

Contrações involuntárias, espasmódicas e dolorosas de um ou mais músculos.

Cálculo

Formação sólida, produto da precipitação de diferentes substâncias dissolvidas nos líquidos corporais, podendo variar em sua composição segundo diferentes condições biológicas. Podem ser produzidos no sistema biliar (cálculos biliares) e nos rins (cálculos renais) e serem formados de colesterol, ácido úrico, oxalato de cálcio, pigmentos biliares, etc.

Caloria

Unidade de medida universal utilizada para descrever a quantidade de energia que é gerada por diferentes alimentos. As gorduras são as que contêm mais calorias (nove Kcal[lê-se quilocalorias] por grama), seguidas pelos carboidratos e proteínas (quatro Kcal por grama).

Câncer

Crescimento anormal de um tecido celular, capaz de invadir outros órgãos a nível local ou à distância (metástases).

Candidíase

É o nome da infecção produzida pela Candida albicans, um fungo que produz doença em mucosas, na pele ou em órgãos profundos (candidíase sistêmica).As infecções profundas podem ser mais freqüentes em pessoas com deficiência no sistema imunológico (pacientes com câncer, SIDA, etc.).

Caquexia

Estado de involução geral caracterizado por perda de peso, astenia e incapacidade de desempenhar atividades mínimas. Pode acompanhar estados terminais das doenças crônicas (SIDA, insuficiência cardíaca, insuficiência respiratória). Também se pode aplicar este termo a um órgão determinado, quando o mesmo se encontra afetado por um transtorno incapacitante terminal (caquexia cardíaca).

Carcinoma

Tumor maligno ou câncer, derivado do tecido epitelial.

Cardiomegalia

É o termo utilizado para o aumento do tamanho do coração. Pode ser produzida por hipertensão arterial, doença coronariana, insuficiência cardíaca, doença de Chagas, etc.

Cardiopatia isquêmica

Doença ocasionada por um déficit na circulação nas artérias coronarianas e outros defeitos capazes de afetar o aporte sangüíneo para o músculo cardíaco.É evidenciada por dor no peito (ver angina do peito), arritmias, morte súbita ou insuficiência cardíaca.

Cáries

Destruição do esmalte dental produzida pela proliferação de bactérias na cavidade oral.

Daltonismo

Alteração congênita da visão de certas cores, especialmente para distinguir o vermelho e o verde.

Deglutição

Passagem dos alimentos desde a boca até o esôfago. É um mecanismo em parte voluntário e em parte automático (reflexo) que envolve a musculatura faríngea e o esfíncter esofágico superior.

Delírio

Alteração aguda da consciência ou da lucidez mental, provocado por uma causa orgânica.

Delirium tremens

Variedade de delírio associado ao consumo ou abstinência de álcool.

Demência

Deterioração irreversível e crônica das funções intelectuais de uma pessoa.

Dengue

Infecção viral aguda transmitida para o ser humano através da picada do mosquito Aedes aegypti, freqüente em regiões de clima quente. Caracteriza-se por apresentar febre, cefaléia, dores musculares e articulares e uma erupção cutânea característica. Existe uma variedade de dengue que é potencialmente fatal, chamada dengue hemorrágica.

Dequitação

Eliminação da placenta através do canal de parto, logo após o nascimento do feto.

Dermatite

Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).

Dermatose

Doença que afeta a pele e seus anexos (pêlos, cabelos e unhas).

Derrame

Acúmulo anormal de líquido em qualquer cavidade ou órgão (derrame pleural, derrame pericárdico, derrame cerebral).

Ecocardiograma

Método diagnóstico não invasivo que permite visualizar a morfologia e o funcionamento cardíaco, através da emissão e captação de ultra-sons.

Ectocérvice

Parte externa do colo uterino.

Eczema

Doença da pele caracterizada pelo surgimento de lesões generalizadas sob forma de placas, manchas ou bolhas, devido a uma reação por contato local ou por ação de uma agressão sistêmica.

Edema

Acúmulo anormal de líquido nos espaços intercelulares dos tecidos ou em diferentes cavidades corporais (peritôneo, pleura, articulações, etc.).

Eletrocardiograma

Registro da atividade elétrica produzida pelo coração através da captação e amplificação dos pequenos potenciais gerados por este durante o ciclo cardíaco.

Eletroencefalograma

Registro da atividade elétrica cerebral mediante a utilização de eletrodos cutâneos que recebem e amplificam os potenciais gerados em cada região encefálica.

Embolia

Impactação de uma substância sólida (trombo, colesterol, vegetação, inóculo bacteriano), líquida ou gasosa (embolia gasosa) em uma região do circuito arterial com a conseqüente obstrução do fluxo e isquemia (ver).

Empiema

Coleção de pus na cavidade pleural.

Encefalite

Inflamação do tecido encefálico produzida por uma infecção viral, bacteriana ou micótica (fungos).

Endocardite

Inflamação produzida em geral por uma infecção bacteriana do tecido que reveste as válvulas e cavidades cardíacas, podendo produzir-se, em conseqüência da mesma, ruptura das cordas tendíneas e elementos valvulares. É uma doença grave, que necessita de tratamento antibiótico prolongado.

Faringite

Inflamação da mucosa faríngea em geral de causa bacteriana ou viral. Caracteriza-se por dor, dificuldade para engolir e vermelhidão da mucosa, acompanhada de exsudatos (ver) ou não.

Fasciculação

Movimento involuntário rítmico, que traduz uma alteração na regulação do tônus muscular. Produzem-se pequenas contrações de diferentes grupos musculares de forma alternada e repetitiva. Associa-se ao hipertireoidismo, alcoolismo, doença de Parkinson, etc.

Febre

Elevação da temperatura corporal acima de um valor normal, estabelecido entre 36,7ºC e 37ºC, quando medida na boca.

Febre reumática

Doença inflamatória produzida como efeito inflamatório anormal secundário a infecções repetidas por uma bactéria chamada estreptococo beta-hemolítico do grupo A. Caracteriza-se por inflamação das articulações, febre, inflamação de uma ou mais de uma estrutura cardíaca, alterações neurológicas, eritema cutâneo. Com o tratamento mais intensivo da faringite estreptocócica, a freqüência desta doença foi consideravelmente reduzida.

Febre tifóide

Infecção produzida por uma bactéria chamada Salmonella tiphy, adquirida através de alimentos contaminados e caracterizada por febre persistente, aumento do tamanho dos tecidos linfáticos (baço, gânglios linfáticos, etc.) e erupções cutâneas. Sem tratamento adequado pode ser muito grave.

Fibrilação Atrial (FA)

Ritmo cardíaco irregular no qual múltiplos impulsos se originam e se espalham através dos átrios. O ritmo é desorganizado, rápido, e irregular

Fibroadenoma

Tumor benigno derivado dos tecidos fibroso e glandular.

Fibroma

Neoplasia derivada do tecido fibroso. Incorretamente denominam-se assim os tumores benignos do músculo uterino, cujo nome correto seria mioma uterino.

Fimose

Estreitamento no prepúcio do pênis que impede sua exposição. Geralmente é congênita ou secundária a uma infecção.

Fissura

Solução de continuidade de origem traumática, caracterizada por um trajeto linear.

Galactorréia

Secreção mamária anormal de leite fora do período de amamentação. Pode ser produzida por distúrbios hormonais ou pela ação de medicamentos.

Gânglios linfáticos

Estrutura pertencente ao sistema linfático, localizada amplamente em diferentes regiões superficiais e profundas do organismo, cuja função consiste na filtração da linfa (ver), maturação e ativação dos linfócitos, que são elementos importantes da defesa imunológica do organismo.

Gangrena

Necrose (morte tecidual) de um tecido ou órgão, em conseqüência de aporte sangüíneo insuficiente. Pode abrigar infecções e recebe nomes diferentes, dependendo de suas características (gangrena úmida, gangrena gasosa, etc.).

Gastrite

Inflamação aguda ou crônica da mucosa do estômago (ver). Manifesta-se por dor na região superior do abdome, acidez, ardor, náuseas, vômitos, etc. Pode ser produzida por infecções, consumo de medicamentos (aspirina), estresse, etc.

Gastroenterite

Inflamação do estômago e intestino delgado caracterizada por náuseas, vômitos, diarréia e dores abdominais. É produzida pela ingestão de vírus, bactérias ou suas toxinas, ou agressão da mucosa intestinal por diversos mecanismos.

Gengivite

Processo inflamatório que afeta as gengivas

Germe

Organismo microscópico (vírus, bactérias, parasitas unicelulares, fungos) capaz de produzir doenças no homem e outros animais.

Ginecomastia

Aumento anormal de uma ou ambas as glândulas mamárias no homem. Associa-se a diferentes enfermidades como cirrose, tumores testiculares, etc. Em certas ocasiões ocorrem de forma idiopática (ver).

Glândula

Estrutura do organismo especializada na produção de substâncias que podem ser lançadas na corrente sangüínea (glândulas endócrinas) ou em uma superfície mucosa ou cutânea (glândulas exócrinas). A saliva, o suor, o muco, são exemplos de produtos de glândulas exócrinas. Os hormônios da tireóide, a insulina e os estrógenos são de secreção endócrina.

Glaucoma

Aumento da pressão intra-ocular que se manifesta por dor de cabeça, olho vermelho e, se não tratado, pode produzir perda de visão a longo prazo.

HDL

Abreviatura utilizada para denominar um tipo de proteína encarregada de transportar o colesterol sangüíneo, que se relaciona com menor risco cardiovascular. Também é conhecido como “Bom Colesterol”. Seus valores normais são de 35-50mg/dl.

Hematêmese

Eliminação de sangue proveniente do tubo digestivo, através de vômito.

Hematócrito

Exame de laboratório que expressa a concentração de glóbulos vermelhos no sangue.

Hematúria

Eliminação de sangue juntamente com a urina. Sempre é anormal e relaciona-se com infecção do trato urinário, litíase renal, tumores ou doença inflamatória dos rins.

Hemiplegia

Paralisia da metade do corpo. Compromete a metade da face, braço e pernas do mesmo lado. Relaciona-se a infartos, hemorragias ou tumores do sistema nervoso central.

Hemofilia

Doença transmitida de forma hereditária na qual existe uma menor produção de fatores de coagulação. Como conseqüência são produzidos sangramentos por traumatismos mínimos, sobretudo em articulações (hemartrose). Sua gravidade depende da concentração de fatores de coagulação no sangue.

Hemoglobina

Proteína encarregada de transportar o oxigênio desde os pulmões até os tecidos do corpo. Encontra-se em altas concentrações nos glóbulos vermelhos.

Hemólise

Doença na qual se produz a ruptura da membrana do glóbulo vermelho e perda de seu conteúdo (principalmente hemoglobina) para a corrente sangüínea. Pode ser produzida em algumas anemias congênitas ou adquiridas, como conseqüência de doenças imunológicas, etc.

Hemoptise

Eliminação de sangue vivo, vermelho rutilante, procedente das vias aéreas juntamente com a tosse. Pode ser manifestação de um tumor de pulmão, bronquite necrotizante ou tuberculose pulmonar.

Hemorragia

Perda de sangue para um órgão interno (tubo digestivo, cavidade abdominal) ou para o exterior (ferimento arterial). De acordo com o volume e velocidade com a qual se produz o sangramento uma hemorragia pode produzir diferentes manifestações nas pessoas, desde taquicardia, sudorese, palidez cutânea, até o choque.

Icterícia

Pigmentação amarelada da pele e mucosas devido ao aumento da concentração de bilirrubina no sangue. Pode ser acompanhada de sintomas como colúria (ver), prurido, etc. Associa-se a doenças hepáticas e da vesícula biliar, ou à hemólise (ver).

Impaludismo (malária)

Infecção parasitária grave, endêmica em alguns países em desenvolvimento, transmitida pelo mosquito Anopheles. Caracteriza-se pelo tamanho do baço, febre episódica e anemia hemolítica (ver). O agente infeccioso chama-se Plasmodium, conhecendo-se vários tipos do mesmo, que causam doença de gravidade diferente.

Impetigo

Infecção da pele e mucosas, produzida por uma bactéria chamada Estreptococo, e caracterizada pela presença de lesões avermelhadas, com formação posterior de bolhas que contém pus e que, ao romper-se, deixam uma crosta cor de mel. Pode ser transmitida por contato entre as pessoas, como em creches.

Impotência

Termo freqüentemente utilizado para se referir à impotência sexual masculina, distúrbio caracterizado pela incapacidade de iniciar ou manter uma ereção peniana satisfatória para realizar o ato sexual.

Imunidade

Capacidade que um indivíduo tem de defender-se perante uma agressão bacteriana, viral ou perante qualquer tecido anormal (tumores, enxertos, etc.).

Imunização

Processo mediante o qual se adquire, de forma natural ou artificial, a capacidade de defender-se perante uma determinada agressão bacteriana, viral ou parasitária. O exemplo mais comum de imunização é a vacinação contra diversas doenças (sarampo, coqueluche, gripe, etc.).

Imunodeficiência

Distúrbio do sistema imunológico que se caracteriza por um defeito congênito ou adquirido em um ou vários mecanismos que interferem na defesa normal de um indivíduo perante infecções ou doenças tumorais.

Inconsciência

Distúrbio no estado de alerta, no qual existe uma incapacidade de reconhecer e reagir perante estímulos externos. Pode apresentar-se em tumores, infecções e infartos do sistema nervoso central, assim como também em intoxicações por substâncias endógenas ou exógenas.

Incontinência

Incapacidade de controlar o esvaziamento da bexiga ou do reto. Como resultado produz-se perda de urina ou matéria fecal involuntariamente. As pessoas com incontinência podem apresentar um defeito adquirido ou congênito no mecanismo esfincteriano, ou alguma anormalidade neurológica que as impeça de reconhecer o estado de plenitude da bexiga ou reto e de promover esvaziamento destes quando for conveniente.

Infarto

Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.

Kernicterus

Forma de icterícia (ver) que surge no recém nascido, de especial gravidade pela tendência a produzir alterações neurológicas irreversíveis por impregnação da bilirrubina em áreas do cérebro. Seu tratamento é a fototerapia (ver), que transforma a bilirrubina em uma forma mais estável, incapaz de penetrar no sistema nervoso central, e passível de ser eliminada na urina.

Kwashiorkor

Variedade de desnutrição infantil, caracterizada por uma carência absoluta ou relativa do aporte de proteínas, em presença de oferta (ainda que pequena) de carboidratos. É caracterizada por lesões de pele e edema generalizado, fazendo com que a criança “não pareça desnutrida” devido a seu peso falseado pela presença do líquido de edema.

Lábio leporino

Alteração congênita na qual existe uma solução de continuidade no palato (céu da boca), que comunica a cavidade oral à nasal. Pode ser total (quando o palato duro, que é ósseo, está envolvido) ou parcial (quando apenas as partes moles, como lábios, gengiva, mucosas estão envolvidas).

Laparoscopia

Procedimento cirúrgico mediante o qual se introduz através de uma pequena incisão na parede abdominal, torácica ou pélvica, um instrumento de fibra óptica que permite realizar procedimentos diagnósticos e terapêuticos.

Laparotomia

Incisão cirúrgica da parede abdominal utilizada com fins exploratórios ou terapêuticos.

Laringite

Inflamação da mucosa que recobre a laringe. É muito freqüente durante os meses frios, e é produzida por uma infecção viral. Apresenta-se com dor, alterações da fonação (disfonia), tosse e febre.

LDL

Lipoproteína de baixa densidade, encarregada de transportar colesterol através do sangue. Devido à sua tendência em depositar o colesterol nas paredes arteriais e a produzir aterosclerose, tem sido denominada “mau colesterol”.

Leiomioma

Tumor benigno do músculo liso que pode localizar-se em qualquer órgão que seja formado pelo dito tecido.

Leiomiossarcoma

Tumor maligno, raro, do músculo liso.

Lepra

Doença infecto-contagiosa crônica, produzida por uma bactéria chamada Bacilo de Hansen ou Micobacterium leprae, e caracterizada principalmente por alterações da pele e dos nervos periféricos. Dependendo da reação imunológica desenvolvida na pessoa infectada, podem estabelecer-se duas formas da doença, lepra lepromatosa e lepra tuberculóide. No passado, era muito temida, sendo o contato com pessoas portadoras desta doença absolutamente proscrito. Hoje, com o tratamento antibiótico adequado, os portadores desta doença podem fazer parte do convívio social normal, sem representar risco à população, desde que acompanhados por médico e em uso dos medicamentos, que são de uso prolongado.

Leucemia

Doença maligna caracterizada pela proliferação anormal de elementos celulares que originam os glóbulos brancos (leucócitos). Como resultado, produz-se a substituição do tecido normal por células cancerosas, com conseqüente diminuição da capacidade imunológica, anemia, distúrbios da função plaquetária, etc.

Leucocitose

Aumento da contagem de leucócitos no sangue periférico como resposta a uma infecção, inflamação ou outra agressão externa.

Má nutrição

Qualquer transtorno da alimentação tanto por excesso quanto por falta da mesma.A qualidade dos alimentos deve ser balanceada de acordo com as necessidades fisiológicas de cada um.

Mamografia

Estudo radiológico que utiliza uma técnica especial para avaliar o tecido mamário. Permite diagnosticar tumores benignos e malignos em fase inicial na mama. É um exame que deve ser realizado por mulheres, como prevenção ao câncer.

Mamógrafo

Aparelho usado na realização de exame radiológico de mamografia.

Marcapasso

Dispositivo eletrônico utilizado para proporcionar um estímulo elétrico periódico para excitar o músculo cardíaco em algumas arritmias do coração (ver). Em geral são implantados sob a pele do tórax.

Mastectomia

Cirurgia através da qual extirpa-se parte ou a totalidade da mama. Pode estar indicada como tratamento do câncer de mama.

Mastite

Inflamação da mama. Manifesta-se por dor, secreção purulenta pelo mamilo, vermelhidão local e febre. Geralmente é produzida durante o puerpério, na amamentação, por infecção bacteriana.

Mastologista

Médico especialista nas doenças das mamas.

Mediastino

Região anatômica do tórax onde se localizam diversas estruturas, dentre elas o coração.

Megacólon

Dilatação anormal do intestino grosso, produzida por defeitos congênitos (megacólon congênito ou doença de Hischprung) ou adquiridos (megacólon tóxico, hipotireoidismo, doença de Chagas, etc.) Associa-se à constipação persistente e episódios de obstrução intestinal.

Melanócitos

Células da pele que produzem o pigmento melanina.

Náuseas

Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.

Nebulização

Método utilizado para administração de fármacos ou fluidificação de secreções respiratórias. Utiliza um mecanismo vaporizador através do qual se favorece a penetração de água ou medicamentos na atmosfera bronquial.

Necrose


Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.

Nefrite

Termo que significa “inflamação do rim” e que agrupa doenças caracterizadas por lesões imunológicas ou infecciosas do tecido renal. Alguns exemplos são a nefrite intersticial por drogas, a glomerulonefrite pós-estreptocócica, etc. Podem manifestar-se por hipertensão arterial, hematúria e dor lombar.

Neoplasia

Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (ver metástases). As neoplasias mais freqüentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.

Neuralgia

Dor aguda produzida pela irritação de um nervo. Caracteriza-se por ser muito intensa, em queimação, pulsátil ou semelhante a uma descarga elétrica. Suas causas mais freqüentes são infecção, lesão metabólica ou tóxica do nervo comprometido.

Neurite

Inflamação de um nervo. Pode manifestar-se por neuralgia (ver), déficit sensitivo, formigamentos e/ou diminuição da força muscular, dependendo das características do nervo afetado (sensitivo ou motor). Esta inflamação pode ter causas infecciosas, traumáticas ou metabólicas.

Neuropatia

Doença que afeta a um (mononeuropatia) ou vários nervos (polineuropatia). Seus sintomas dependem da localização e tipo de nervo comprometido, podendo ser motores (fraqueza muscular) ou sensitivos (diminuição da sensibilidade, dor). Entre suas causas figuram certos tóxicos, distúrbios metabólicos, infecções, doenças degenerativas, etc.

Neurose

Doença psiquiátrica na qual existe consciência da doença. Caracteriza-se por ansiedade, angústia e transtornos na relação interpessoal. Apresenta diversas variantes segundo o tipo de neurose. Os tipos mais freqüentes são a neurose obsessiva, depressiva, maníaca, etc., podendo apresentar-se em combinação.

Neutropenia

Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.

Obesidade

Acúmulo excessivo de gordura corporal, acompanhada por peso excessivo. Esta doença está cada vez mais freqüente, e é produzida pela ingestão desproporcional de calorias em pessoas que não têm uma atividade física que justifique este consumo.

Oligomenorréia

Menstruação produzida a intervalos prolongados. Pode ser a expressão de anormalidades na função ovariana.

Oligúria

Eliminação de urina em volume inferior a 500 ml por dia. É produzida por desidratação, estados de choque (ver), infecções graves, insuficiência renal, etc.

Onicólise

Destruição da unha devido a infecções micóticas, bacterianas ou por processos tóxicos.

Ooforite

Inflamação de um ou ambos os ovários. Pode ou não ser associada à infecção da trompa de Falópio (salpingite). A causa mais freqüente é a infecção por bactérias através do ato sexual.

Ordéolo

Nódulo de poucos milímetros localizado na borda livre da pálpebra e que corresponde à inflamação de uma das glândulas da mesma. Geralmente é causado por uma bactéria chamada estafilococo.

Orquite

Inflamação de um ou ambos os testículos. Freqüentemente se produz como complicação de uma infecção do trato urinário ou sexual. A infecção pelo vírus da caxumba pode produzir orquite. As pessoas podem sentir dor, inchaço e coloração avermelhada do escroto.

Osteoartrite

Termo geral que se emprega para referir-se ao processo degenerativo da cartilagem articular, manifestado por dor ao movimento, derrame articular, etc. Também se denomina artrose (ver).

Osteófito

Formação óssea anormal, muito freqüente, que é produzida na proximidade das articulações vertebrais, podendo ter outras localizações. É o responsável pelo chamado “bico de papagaio”.

Osteoma

Tumor benigno derivado do tecido ósseo. Não produz metástases e sua manifestação clínica consiste em dor e deformidade óssea.

Palmar

Relacionado com a palma da mão

Palpitação

Percepção subjetiva dos batimentos cardíacos. Pode apresentar-se durante algumas arritmias cardíacas ou mesmo em pessoas com ritmo normal. Neste último caso, são distúrbios benignos associados a diversos distúrbios de ansiedade.

Pâncreas

Glândula de secreção endócrina (ver), por sua produção de insulina, glucagon e peptídios intestinais que são lançados na corrente sangüínea e exócrina (ver) por sua produção de potentes enzimas digestivas lançadas no intestino delgado. Localiza-se profundamente na cavidade abdominal e possui um tamanho aproximado de 15x7cm.

Pancreatite

Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.

Papanicolau

Método de coloração para amostras de tecido, particularmente difundido por sua utilização na detecção precoce do câncer de colo uterino.

Pápula

Uma pequena lesão endurecida, elevada, da pele.

Paralisia

Perda total da força muscular que produz incapacidade para realizar movimentos nos setores afetados. Pode ser produzida por doença neurológica, muscular, tóxica, metabólica ou ser uma combinação das mesmas.

Paraplegia

Perda transitória ou definitiva da capacidade de realizar movimentos devido à ausência de força muscular de ambos os membros inferiores. A causa mais freqüente é a lesão medular por traumatismos.

Parasita

Organismo uni ou multicelular que vive às custas de outro, denominado hospedeiro. A presença de parasitos em um hospedeiro pode produzir diferentes doenças dependendo do tipo de afecção produzida, do estado geral de saúde do hospedeiro, de mecanismos imunológicos envolvidos, etc. São exemplos de parasitas: a sarna, os piolhos, os áscaris (lombrigas), as tênias (solitárias), etc.

Paresia

Diminuição da força em um ou mais grupos musculares. É um grau menor de paralisia.

Radiculite

Inflamação da raiz de um nervo, em geral produzida por uma lesão mecânica, metabólica ou imunológica. Manifesta-se por dor na área coberta pelo nervo afetado.

Radioterapia

Método que utiliza diversos tipos de radiação ionizante para tratamento de doenças oncológicas.

Raiva

Doença infecciosa freqüentemente mortal, transmitida ao homem através da mordida de animais domésticos e selvagens infectados e que produz uma paralisia progressiva juntamente com um aumento de sensibilidade perante estímulos visuais ou sonoros mínimos.

Rash

Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.

Refluxo gastroesofágico

Presença de conteúdo ácido proveniente do estômago na luz esofágica. Como o dito órgão não está adaptado fisiologicamente para suportar a acidez do suco gástrico, pode ser produzida inflamação de sua mucosa (esofagite).

Regurgitação

Presença de conteúdo gástrico na cavidade oral, na ausência do reflexo de vômito. É muito freqüente em lactentes.

Respiração artificial

Tipo de apoio à função respiratória que utiliza um instrumento eletromecânico (respirador artificial), capaz de insuflar de forma cíclica volumes pré-determinados de ar com alta concentração de oxigênio através dos brônquios.

Retossigmoidoscopia

Exploração visual do reto e da porção terminal do intestino grosso através de um instrumento de fibra óptica (retossigmoidoscópio). Permite também a obtenção de biópsias da mucosa intestinal.

Reumatismo

Termo que é utilizado em geral para se referir ao conjunto de doenças inflamatórias e degenerativas que afetam as articulações e estruturas vizinhas.

Rinite

Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.

Salbutamol

Fármaco padrão para o tratamento da asma. Broncodilatador. Inibidor do trabalho de parto prematuro.

Sarampo

Doença viral aguda caracterizada por aparecimento de um exantema (ver) de coloração vermelho-acastanhada que se localiza na face, tronco e parte proximal das extremidades. O período de incubação é de 7 a 15 dias e pode complicar-se com pneumonia ou raramente com encefalite. Quanto mais velho o paciente, mais grave é a manifestação da doença. Existe vacinação eficiente para a mesma, que deve ser observada.

Sarcoma

Neoplasia maligna originada de células do tecido conjuntivo. Podem aparecer no tecido adiposo (lipossarcoma), muscular (miossarcoma), ósseo (osteosarcoma), etc.

Sarcoma de Kaposi

Câncer originado de células do tecido vascular, freqüentemente associado à AIDS. Manifesta-se por lesões vermelho-violáceas em diferentes territórios cutâneos e mucosos.

Sarna

Doença produzida por um parasita chamado Sarcoptes scabiei. Infesta a superfície da pele produzindo coceira e vesículas branco peroladas juntamente com lesões por coçadura. Localiza-se mais freqüentemente nas pregas interdigitais, inguinais e submamárias. É contagiosa, passando de pessoa para pessoa por contato íntimo, e por isto muito freqüente em aglomerações humanas (asilos, creches, abrigos). Nestes casos toda a população deve ser tratada ao mesmo tempo.

Saturnismo

Intoxicação crônica por chumbo. Manifesta-se por anemia, dores abdominais sem causa aparente e distúrbios neurológicos.

Seborréia

Doença dermatológica caracterizada por aumento na produção das glândulas sebáceas, juntamente com descamação aumentada da área afetada, prurido e eritema (ver).

Seminoma

Tumor maligno derivado das células germinativas do testículo. É capaz de produzir metástases à distância. Os homens podem apresentar aumento do tamanho do testículo e tumor palpável no mesmo. Também pode originar-se fora da gônada, no mediastino.

Sepse

Infecção produzida por um germe capaz de provocar uma resposta inflamatória em todo o organismo. Os sintomas associados a sepse são febre, hipotermia (ver), taquicardia (ver), taquipnéia (ver) e elevação na contagem de glóbulos brancos. Pode levar à morte, se não tratada a tempo e corretamente.

Sífilis

Doença transmitida pelo contato sexual, causada por uma bactéria de forma espiralada chamada Treponema pallidum. Produz diferentes sintomas de acordo com a etapa da doença. Primeiro surge uma úlcera na zona de contato com inflamação dos gânglios linfáticos regionais. Após um período a lesão inicial cura-se espontaneamente e aparecem lesões secundárias (rash cutâneo, goma sifilítica, etc.). Em suas fases tardias pode causar transtorno neurológico sério e irreversível, que felizmente após o advento do tratamento com antibióticos tem se tornado de ocorrência rara. Pode ser causa de infertilidade e abortos espontâneos repetidos.

Tala

Instrumento ortopédico utilizado freqüentemente para imobilizar uma articulação ou osso fraturado. Pode ser de gesso ou material plástico.

Taquicardia

Aumento da freqüência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações (ver).

Tecido

Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.

Tendinite

Inflamação de um tendão. Produz-se em geral como conseqüência de um traumatismo. Existem doenças imunológicas capazes de produzir tendinite entre outras alterações.

Tétano

Toxinfecção produzida por uma bactéria chamada Clostridium tetani. Esta, ao infectar uma ferida cutânea, produz uma toxina (tetanospasmina) altamente nociva para o sistema nervoso que produz espasmos e paralisia dos nervos afetados. Pode ser fatal. Existe vacina contra o tétano (antitetânica) que deve ser tomada sempre que acontecer um traumatismo em que se suspeita da contaminação por esta bactéria. Se a contaminação for confirmada, ou se a pessoa nunca recebeu uma dose da vacina anteriormente, pode ser necessário administrar anticorpos exógenos (de soro de cavalo) contra esta toxina.

Tique

Movimento involuntário, estereotipado, que pode afetar os músculos da face. Pode fazer parte de distúrbios neurológicos ou psiquiátricos, como pode também ser apenas devido à ansiedade ou a outras causas.

Tomógrafo

Aparelho de Radiologia, utilizado para realização de exame de Tomografia.

Tópico

Referente a uma área delimitada. De ação limitada à mesma. Diz-se dos medicamentos de uso local, como pomadas, loções, pós, soluções, etc.

Torcicolo

Distúrbio freqüente produzido por uma luxação nas vértebras da coluna cervical, ou a espasmos dos músculos do pescoço que produzem rigidez e rotação lateral do mesmo.

Tosse ferina (pertussis, coqueluche, tosse comprida)

Infecção ocasionada por uma bactéria chamada Bordetella pertussis. Caracteriza-se pelo aparecimento de febre e tosse seca, repetitiva (tosse canina). Pouco freqüente atualmente devido à existência de vacinas específicas eficientes (ver DPT vacina tríplice).

Unha encravada

Inflamação dolorosa da pele que recobre a porção lateral dos dedos do pé, produzida pela inserção da unha na profundidade do tecido mole que a rodeia. Deve ser tratada exclusivamente por médicos.

Uréia

Produto do metabolismo das proteínas. Indica de forma indireta a eficiência da função renal. Quando existe insuficiência renal, os valores de uréia elevam-se produzindo distúrbios variados (pericardite urêmica, encefalopatia urêmica, etc.).

Uretrite

Inflamação da uretra de causa geralmente infecciosa. Manifesta-se por ardor ao urinar e secreção amarelada drenada pela mesma. Em mulheres esta secreção pode não ser evidente.

Urografia

Ver pielografia

Urticária

Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.

Vacina

Tratamento à base de bactérias, vírus vivos atenuados ou seus produtos celulares, que têm o objetivo de produzir uma imunização ativa no organismo para uma determinada infecção.

Vaginite

Inflamação da mucosa que recobre a vagina. Em geral é devido a uma infecção bacteriana ou micótica. Manifesta-se por ardor, dor espontânea ou durante o coito (dispareunia) e secreção mucosa ou purulenta pela mesma.

Válvula cardíaca

Estrutura normal que separa as cavidades e grandes vasos cardíacos, assegurando que o fluxo de sangue produza-se apenas em um sentido. Pode ser sede de doenças infecciosas (endocardite bacteriana) ou auto-imunes (endocardite reumática).

Valvulopatia

Doença adquirida ou congênita de uma válvula cardíaca. A alteração resultante pode ser manifestada por uma diminuição da abertura da mesma (estenose), pela incapacidade de fechamento da mesma (insuficiência) ou por uma combinação dos dois tipos de defeitos.

Varicela

Doença viral freqüente na infância e caracterizada pela presença de febre e comprometimento do estado geral juntamente com a aparição característica de lesões que têm vários estágios. Primeiro são pequenas manchas avermelhadas, a seguir formam-se pequenas bolhas que finalmente rompem-se deixando uma crosta. É contagiosa, mas normalmente não traz maiores conseqüências à criança. As bolhas e suas crostas, se não sofrerem infecção secundária, não deixam cicatriz.

Varicocele

Dilatação venosa do cordão espermático. Em geral é assintomática e manifesta-se pelo aumento de tamanho da bolsa escrotal, mas podem ser dolorosas e causar infertilidade.

Varizes

Dilatação anormal de uma veia. Podem ser dolorosas ou causar problemas estéticos quando são superficiais como nas pernas. Podem também ser sede de trombose, devido à estase sangüínea.

Vasculite

Inflamação da parede de um vaso sangüíneo. É produzida por doenças imunológicas e alérgicas. Seus sintomas dependem das áreas afetadas.

Verruga vulgar

Lesão benigna da pele, produzida por um vírus denominado HPV (Vírus do Papiloma Humano) de forma elevada e superfície áspera, sem alterações na coloração normal.

Xantoma

Pequenos tumores benignos do tecido celular subcutâneo que se desenvolvem na proximidade de tendões e ligamentos. Caracterizam-se pela infiltração de tecido fibroso e adiposo.

Xeroftalmia

Distúrbio caracterizado pelo ressecamento excessivo das mucosas que recobrem o olho. Produz a sensação de ter um corpo estranho ou areia no mesmo, juntamente com dor e irritação ocular. Pode ser produzido por doenças locais ou que afetam também outros órgãos.



• Xerostomia

Ressecamento da boca provocado em geral pela secreção insuficiente de saliva pelas glândulas salivares. É ocasionado como efeito colateral de algumas drogas (anticolinérgicos) ou por diversos transtornos locais ou gerais.

Zoonose

Conjunto de doenças transmitidas por alguns animais superiores ao ser humano. Podem ser citadas como exemplo a raiva, toxoplasmose, etc.

Zoster

Doença produzida pelo mesmo vírus que causa a varicela (Varicela-Zóster)Em pessoas que já tenham tido varicela, o vírus se encontra em forma latente e pode ser reativado produzindo as características manchas avermelhadas, vesículas e crostas no território de distribuição de um determinado nervo. Como seqüela pode deixar neurite (ver), com dores importantes.

Zumbido (tinido)

Percepção de um som contínuo, na ausência do mesmo. Pode ser conseqüência de doenças do ouvido ou reações a drogas.

Saúde: Parar de Fumar, Como e Por Que?

Você fuma?
Sim, tenho o direito de fumar. E daí?

Você é uma pessoa livre, responsável, bem informada e capaz de decidir o que é o melhor para você e sua família? Ótimo, é muito mais fácil assim.



Fumar é seu direito. Um prazer irresistível. Um hábito que faz parte de você.

Você conhece todos os riscos relacionados ao fumo e decidiu correr estes riscos? Você sabe que terá benefícios só por ficar algumas horas sem fumar?

É certo, que você poderá ter sorte e ser uma das pessoas que viverão bem por anos, sem sentir nenhum sintoma relacionado ao cigarro. Você ainda poderá usufruir dos benefícios da nicotina como a diminuição dos riscos de Doença de Alzheimer, Mal de Parkinson, e Colite Ulcerativa.

Você acredita que esse assunto de fumante passivo necessita de mais provas, mas na dúvida, toma sempre o cuidado para evitar danos ou incômodo às pessoas ao seu redor?

Então faça certo: depois de pesar tudo, fume sem culpa, porque sentir culpa pode deixar você doente. Não fique com raiva ou deprimido porque os outros querem que você pare de fumar, isto também pode deixar você doente.

Um aviso: mantenha-se informado e fique atento, porque talvez algum dia você não queira mais conviver com os riscos, ou apresente algum sintoma (tosse crônica, dor no peito, asia, deformidade do pênis, impotência, perda de um dedo por necrose, etc) que o obrigue a mudar de idéia. A decisão de parar de fumar poderá ser a chave para uma vida de boa qualidade.

Você acha toda esta campanha anti-fumo um exagero? Ouça o que os não fumantes dizem, é um direito e querem ser ouvidos. Continue lendo.

Você admite que é um drogado, um viciado? Seu hábito ainda não chegou a esse nível? O cigarro, a nicotina, é considerado como algo “normal“ em nossas vidas. Mas a nicotina é uma droga como maconha, cocaína, heroína e álcool. Ela melhora seu humor, acalma, deixa você mais “aceso”. Com o tempo seu cérebro passa a necessitar dela. Portanto, é uma droga e vicia. 

Você não percebe, mas você pode estar cheirando mal. Suas roupas, seu cabelo, seu hálito, seu carro, e talvez, sua casa pode estar cheirando mal. Pergunte a um amigo que não fuma e confirmará.

Talvez, você não ligue, mas você polui o ambiente. Que bom se você sempre se preocupa no local onde fuma e onde joga seus tocos de cigarro.

Não é necessário lembrar dos danos à saúde causados pelo fumo: câncer, bronquite, enfisema, derrame, infarto, impotência sexual... Há também os incêndios domésticos e em vias públicas causados pelos tocos de cigarro. Acredite, é tudo verdade; você pode encurtar sua vida e, talvez, a de outras pessoas a sua volta.

Você já fez as contas de quanto gasta por ano com seu vício? Já previu o quanto vai gastar com tratamentos médicos no futuro? Seu plano de saúde cobre cirurgias cardíacas, quimioterapia, radioterapia, oxigenioterapia, etc? Ou vai deixar tudo para o serviço de saúde público, pago com os impostos de todos, fumantes e não fumantes?

Você se acha um bom exemplo para seus filhos, sobrinhos, netos?

Você é jovem e acha que deve fumar porque seus amigos também fumam? Experimente discutir abertamente esta questão com eles. Você poderá descobrir que eles estão querendo parar de fumar, afinal, manter-se saudável está mais na moda.

Sim, o que ganharia se parasse agora, depois de anos fumando?

Você precisa saber que parando de fumar você consegue efeitos benéficos em pouco tempo.

De acordo com a “American Lung Association”, órgão público de saúde dos EUA voltado a doenças pulmonares, quando o fumante para de fumar, seu corpo inicia uma série de mudanças benéficas, após poucos minutos do último cigarro:

aos 20 minutos após parar de fumar:
- a pressão sanguínea diminui
- a pulsação cai
- a temperatura das mãos e pés aumentam

em 8 horas:
- o nível de monóxido de carbono no sangue cai ao normal
- o nível de oxigênio no sangue aumenta e pode chegar ao normal

em 24 horas:
- a chance de um ataque cardíaco ou infarto diminui.

em 48 horas:
- as terminações nervosas recomeçam a crescer
- a capacidade de sentir cheiro e sabor melhora

após 2 semanas a 3 meses:
- a circulação melhora
- fica mais fácil caminhar
- a função pulmonar aumenta

após 1 a 9 meses:
- a tosse, a congestão dos seios nasais, a fadiga, a falta de ar diminui

após 1 ano:
- o excesso de risco de doença cardíaca coronariana diminui para a metade de um fumante.

após 5 anos:
- de 5 a 15 anos após parar de fumar, o risco de derrame reduz ao nível das pessoas que nuncam fumaram.

após 10 anos:
- o risco de câncer de pulmão cai para a metade dos que continuam fumando
- o risco de câncer de boca, garganta, esôfago, bexiga, rins e pâncreas diminui
- o risco de úlcera diminui.

após 15 anos:
- o risco de doença cardíaca coronariana é semelhante às pessoa que nunca fumaram
- o risco de morte retorna a um nível próximo de pessoas que nunca fumaram

E mais, ao parar de fumar você:

- terá hálito mais fresco, cabelos e roupas sem mau cheiro
- ajudará a reduzir a poluição, parando de poluir
- se sentirá bem por ter parado
- se sentirá mais conveniente
- terá maior controle sobre sua vida
- se for mulher e parar antes de engravidar, reduzirá o risco de aborto e bebê de baixo peso ao nascer
- economizará dinheiro: 20 cigarros/dia a R$ 1,10/dia somará R$ 400,00/ano, um pacote de viagem para Disney a cada 4 anos ou um carro em uma vida sem fumar.

Sim, ainda fumo. É difícil parar definitivamente.

Com certeza parar de fumar é muito difícil para a maioria das pessoas.

Muitas organizações comunitárias e de saúde oferecem programas para ajudar o fumante a deixar o vício. Atualmente, os métodos usados vão desde simples recomendações até medicamentos a base de nicotina (várias formas para absorção controlada) e sem nicotina. 

Não existe um programa ideal. Cada fumante é único, tem suas próprias razões para fumar, apresenta uma resposta individual a suspensão do fumo, necessita de pouco apoio em algumas situações e muito apoio em outras. A cada tentativa de parar de fumar, o fumante defronta com as dificuldades reais de parar seu vício, vai tomando consciência das situações críticas que o impulsiona a voltar a fumar, vai aprendendo mais sobre a dependência de seu corpo e mente. Tudo pode ajudar a melhorar o programa em uma próxima tentativa. Por isso, é importante não encarar uma recaída como um fracasso. 

Faça um programa e comprometa-se a seguí-lo. Você deve encontrar quais as medidas que melhor se adaptam a você. Anote para não esquecer os detalhes e para poder revisá-lo todo dia, a cada semana ou quando precise. 

Se você fuma vários maços por dia, já tentou de tudo, sofre demais com os sintomas de abstinência, não se renda. Dê mais um passo, procure ajuda, mude de programa, mude de especialista. Parar de fumar é difícil, mas milhões de pessoas já pararam.

Faça seu programa:

· marque uma data para parar. Escolha com cuidado e dê um tempo para fazer todos os preparativos
· se você fuma vários maços por dia, tente reduzir a um maço por dia antes de parar totalmente
· antes de para de fumar, evite fumar em locais onde você “perde” muito tempo
· avise a família, os amigos e os colegas de trabalho que vai parar de fumar e peça compreensão e apoio. Se possível, encontre um ou mais amigos não-fumantes que se disponham a atendê-lo e ajudá-lo nas horas mais difíceis
· remova os cigarros dos ambientes ao seu redor
· pense e revise as tentativas anteriores. O que ajudou? O que fez você voltar a fumar? Onde estava? Com quem estava? Voltar a fumar reduziu seus problemas? Como se sentiu? Anote.
· reconheça as razões que você tem para fumar. Anote. Exemplos:

- muito estresse no trabalho
- todos seus amigos fumam
- fumar ajuda você a sentir-se relaxado e bem humorado
- fumar ajuda você a se concentrar
- fumar ajuda você a manter o peso sob controle
- fumar combina com seu drinque ou com seu café
- você realmente tem prazer em fumar
- você mantem as mãos ocupadas quando não tem o que fazer
- você não tem força de vontade para parar de fumar
- fumar é um hábito e você fuma sem ter motivo algum

· escolha as razões para você parar de fumar entre os benefícios ao parar de fumar e os riscos aumentados ao fumar:

- câncer de pulmão: 22 vezes maior em homens fumantes, e 12 vezes maior em mulheres fumantes
- morte por bronquite ou enfisema: 10 vezes maior em homens e mulheres fumantes
- morte por doença cardíaca: 3 vezes mais em homens e mulheres de meia idade fumantes
- morte prematura: na média, fumantes morrem cerca de 7 anos antes do que os não fumantes
- hipertensão arterial
- derrame cerebral
- deformidade peniana
- impotência sexual
- outros tipos de câncer: boca, garganta, esôfago, bexiga, rins, pâncreas
- úlceras gastro-duodenais e complicações
- refluxo de ácido gastro-esofágico
- doenças que obstruem pequenas artérias e causam necrose e perda de membros
- em mulheres, aborto e bebê de baixo peso ao nascer
- acidentes domésticos como queimaduras e aspiração de pontas de cigarro por bebês

· reconheça as situações críticas: identifique os momentos, estados de humor e as atividades que podem aumentar o risco de sua recaída. Por exemplo: estar sob pressão, discussões, desânimo, festas, bebidas alcóolicas, etc. Anote.

· aprenda a prever e evitar estas situações críticas, principalmente nas primeiras 3 semanas

· pense nos desafios e dificuldades que terá ao parar de fumar, incluindo os sintomas de abstinência que podem durar de 1 a 3 semanas, todos passageiros: ansiedade, irritabilidade, dificuldade de concentração, insônia, dor de cabeça, constipação, dor de barriga, aumento da tosse. Procure maneiras de contornar estas dificuldades. Anote.

· combata a vontade de fumar. Não exagere achando que a vontade vai piorar e que você vai ficar mal. Ela vai diminuir e desaparecer em 10 a 30 minutos. Concentre-se no que realmente está sentindo no momento, e use uma das estratégias preparadas (veja abaixo). Se uma estratégia não for adequada no momento ou não estiver funcionando você pode tentar outra e outra.

Estratégias para combater a vontade de fumar:

Faça uma lista de possíveis atitudes, use uma quando a vontade começar. Exemplos:

- faça exercícios de respiração profunda
- beba um copo de água 
- coma um alimento saudável
- escove os dentes 
- masque um chiclete
- organize moedas, fichas, canetas, lápis
- mude de ambiente, saia para caminhar
- ligue para um amigo
- tome um banho
- cante uma música
- entre em uma “chat room”
- escreva e-mail, uma carta, um diário
- brinque com seus filhos
- faça exercícios físicos*

Faça uma lista de pensamentos, mentalize um quando a vontade começar. Exemplos:

- “Um cigarro nunca é suficiente”
- “É mais fácil ficar sem nenhum do que com apenas um”
- “Estou a apenas uma baforada de um maço por dia”
- “Não importa para quê, fumar não é uma opção”
- “Eu posso resolver o assunto sem fumar”
- “Esta vontade vai passar, se eu fumar ou não”
- “Decidir parar de fumar é uma das coisas mais sábias que já fiz”
- “Eu optei por saúde e liberdade”

· previna-se da vontade de fumar. Use a estratégia dos Alcóolicos Anônimos:

- não fique faminto demais
- não fique nervoso demais
- não fique sozinho demais
- não fique cansado demais

· não se preocupe com o ganho de peso ao parar de fumar. Nem todos ganham peso, se isso ocorre, na média é menos de 5 kilos. Os benefícios ao parar são maiores que os riscos desse ganho de peso. Pense em você mais atraente, com hálito mais fresco, sorriso mais branco, menos rugas. Não faça nenhuma dieta especial durante o processo, apenas evite alimentos gordurosos e não coma nada em excesso. Exercício físico* regular ajuda a controlar o peso, relaxar e melhorar o humor.

· mude seu estilo de vida para reduzir o mau humor, o estresse, para melhorar a qualidade de vida ou aumentar o prazer.

· mantenha-se otimista, invente recompensas, parabenize-se por continuar tentando.

* Se você tem alguma dúvida sobre seu estado de saúde, é obeso ou tem mais 40 anos, procure um médico antes de iniciar exercícios físicos.