terça-feira, 14 de junho de 2011

Como Gwyneth Paltrow caiu em desgraça nos EUA

Gwyneth Paltrow
Nascida em Los Angeles em 1972, Gwyneth Paltrow pode ter tudo para ser uma estrela nos EUA - carreira, um Óscar e beleza física - mas tornou-se numa personalidade mal amada para os norte-americanos.

O El País relembra uma série de episódios que levaram a actriz a ter tão má imagem nos EUA, numa altura em que tem de novo hipóteses de se redimir com a sua participação num novo filme ("Contagion"), ao lado de Matt Damon, Kate Winslet e Jude Law.

Foi em 2006 que Paltrow deu o primeiro 'tiro no pé', ao insinuar que se vivia melhor em Espanha que nos EUA. A actriz procurou redimir-se garantindo não ser anti-americana, mas, "se uma estrela tem de esclarecer isso nos EUA, pode considerar a sua carreira ferida com gravidade". E fez ainda pior: optou por se vitimizar, em declarações à revista Harper's Bazaar, editada no... Reino Unido.

Desde o filme "Shakespeare in Love", em 1998, pelo qual ganhou um Óscar, que Paltrow não obtém um sucesso estrondoso num filme. Tentou todo o tipo de aventuras empresariais, desde a moda à alimentação, passando pela espiritualidade e um blogue sobre estilo e terminando num livro de cozinha, apresentado em Abril.

A The New Yorker publicou um perfil - O mundo de Gwyneth - que mostra como a actriz está desligada da realidade. Os próprios amigos e familiares contam episódios que afastam Gwyneth ainda mais do americano médio, como atirar um pato cozinhado e queimado para uma piscina ou matar ela própria as lagostas que come. Nos últimos anos a actriz tem tentado reconquistar os público que não se revê nestes luxos, como a grande massa de norte-americanos brancos, das regiões rurais dos estados do Sul. Estreou em Janeiro o filme "Country strong", onde canta várias canções country e interpreta uma estrela alcoólica, infiel e perdida. "Fingiu um sotaque do sul que tinha o mesmo efeito ridículo que a pose britânica da sua amiga Madonna, que também não é popular no seu país. Foi um fracasso", escreve o jornal espanhol.

Fonte: DN.PT

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