sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

As 10 maiores descobertas científicas do ano

Imagem do vídeo de apresentação das descobertas do ano
E a vencedora é... a descoberta que os medicamentos utilizados para tratar doentes infectados com o vírus da sida também funcionam como prevenção para a transmissão da doença.

Foi este o avanço científico mais importante do ano, para a revista especializada Science. Em Maio, um teste clínico do HIV Prevention Trials Network concluiu que a toma de medicamentos retrovirais utilizados para combater o HIV reduzia a transmissão do vírus em 96% nas relações heterossexuais.

A descoberta irá modificar a forma como são planeados os tratamentos da doença, escreve a Science.

A revista nomeou ainda mais nove 'menções honrosas' (que pode ver AQUI):

- A sonda japonesa Hayabusa, que trouxe dados capazes de explicar a fonte da maioria dos meteoritos que atingem a Terra;

- O cruzamento de espécies durante a evolução do Homem, estudos de ADN demonstram que os primeiros hominídeos se cruzaram e tiveram descendência com outras espécies;

- A estrutura da 'photosystem II', uma proteína essencial à fotosíntese das plantas;

- Gás do Big-Bang, núvens de hidrogénio que são surpreendentemente 'restos' da criação do universo;

- A vida dentro de nós - os cientistas descobriram que as comunidades de seres microscópicos que vivem no nosso corpo se dividem em três tipos;

- A vacina contra a malária, aparentemente, pode ter sido descoberta este ano. Pelo menos é o que indicam os primeiros testes a um composto chamado RTS,S;

- Os exoplanetas. Já foram descobertas centenas de planetas fora do nosso sistema solar, tantos e tão diferentes que está a obrigar a repensar na forma da formação destes corpos celestes.

- Zeólitos 'fabricados', a capacidade de criar artificialmente as estruturas porosas destes minerais permite criar membranas mais finas e baratas;

- Células senescentes, ou seja, que se deixam de dividir e envelhecem: este ano percebeu-se melhor como este processo leva ao envelhecimento, o que pode ajudar a compreender porque o nosso corpo envelhece e, possivelmente, como poderemos tentar evitá-lo.

Fonte: DN.PT

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