
A técnica está prevenindo a liberação do metano, um gás com potencial de aquecimento global 21 vezes maior que o do dióxido de carbono (CO2). Assim, o Google consegue adquirir créditos de carbono, certificados emitidos a pessoas ou empresas que reduziram a sua emissão de gases do efeito estufa.
A construção do protótipo de US$ 1,2 milhão, localizado nas fazendas Loyd Ray, na Carolina do Norte, ficou nas mãos da Universidade Duke. O Google, porém, assumiu uma parte dos gastos em troca de uma porção dos créditos de carbono. A parceria tem contrato de duração de cinco anos.
A fazenda conta hoje com 9 mil porcos, o que produz eletricidade suficiente para abastecer 35 casas durante um ano. Quando está funcionando em operação máxima, o sistema pode prevenir uma emissão de gases equivalente a 5 mil toneladas métricas de CO2 por ano, algo como tirar 900 carros das ruas.
Fonte: Revista Galileu
Fonte: Revista Galileu

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