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quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Acidente nuclear em central ucraniana

O ministro da Energia ucraniano confirmou, esta quarta-feira, a ocorrência de um acidente nuclear na central de Zaporizhzhya, a cerca de 400 quilómetros de Kiev.

A notícia está a ser avançada pela agência Reuters que garante que o ministro Volodymyr Demchyshyn confirmou hoje que houve um acidente nuclear na central de Zaporizhzhya.

"O incidente ocorreu no terceiro reator da central nuclear de Zaporijia, no sistema de produção elétrica. Não está ligado ao reator. Foi um curto-circuito", explicou, revelando ainda que o acidente ocorreu na última sexta-feira.

O governante garantiu, contudo, que “não há qualquer perigo” e que “não há qualquer problema com os reatores”, adiantando que a central voltará a funcionar com normalidade já na sexta-feira, dia 5.

As centrais nucleares representam 44 por cento da produção energética da Ucrânia, segundo a Agência Internacional de Energia Atómica.

Este acidente traz à memória a catástrofe que ocorreu na cidade ucraniana de Chernobyl a 26 de abril de 1986 e do qual resultou a morte direta de 31 pessoas, sendo que estão ainda por contabilizar os efeitos a longo prazo que a explosão e consequente libertação de partículas radioativas terão na vida de milhares de pessoas.

-- Notícias ao Minuto

domingo, 5 de maio de 2013

Israel ataca centro de pesquisa em Damasco, afirma Síria (vídeo)

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A aviação israelense atacou o território sírio em duas ocasiões nas últimas 48 horas, informaram as redes de TV americanas e a agência oficial de notícias SANA.

Na madrugada deste domingo, mísseis israelenses atingiram um centro de pesquisas militares em Jamraya, na região de Damasco, segundo a agência SANA, que não citou mortos ou feridos.

Imagens da TV local mostraram uma série de violentas explosões sobre Jamraya, que permanecia sem luz.

Em janeiro passado, Israel já havia bombardeado o centro de pesquisas militares de Jamraya.

A TV síria confirmou o ataque afirmando que a "agressão israelense visa a aliviar a pressão sobre os terroristas em Ghuta do Leste", região do subúrbio de Damasco.

Fonte: Folha Online



sábado, 4 de maio de 2013

Israel confirmou ter atacado Síria

Israel, Síria, ataques, Bombardeio
As autoridades israelenses que preferiram ficar no anonimato confirmaram as informações sobre ataques aéreos contra uma das instalações no território da Síria, informa a mídia.

Segundo as autoridades, o ataque foi efetuado no dia anterior e visava impedir fornecimentos de um lote de mísseis modernos de longo alcance de classe terra-terra do território da Síria para militantes do movimento libanês Hezbollah.

As autoridades de Israel não especificaram que instalação e em que região da Síria foi atacada.

Anteriormente, a mídia norte-americana supôs que o alvo foi um armazém de armas na Síria.

Fonte: Voz da Rússia



sexta-feira, 3 de maio de 2013

H5N1 + H1N1: Cientistas criam o vírus da gripe que ninguém quer na China

Cientistas criam o vírus da gripe que ninguém quer
Foi criado um vírus de gripe com taxas de mortalidade e de transmissão extremamente elevadas. Obtido através de experiências em cobaias, resulta da combinação dos vírus da gripe aviária H5N1 e suína H1N1.

Num laboratório em Harbin, no Noroeste da China, "vive" atualmente um vírus que, espera-se, nunca de lá saia: combina a força letal do H5N1, do surto da gripe aviária de 2003, com facilidade de transmissão do H1N1, responsável pela gripe A de 2009. O resultado é um vírus altamente perigoso.

A equipa da investigadora Chen Hualan, chefe da pesquisa do Instituto de Investigação Veterinária de Harbin da Academia Chinesa de Ciências, explica que "se a mistura desses vírus fosse originada naturalmente, o início de uma pandemia seria altamente provável".

Chen Hualan acredita que seu trabalho vai beneficiar o controlo e a prevenção da doença mas outros cientistas criticaram os chamados estudos de mutação do vírus, pois a sua manipulação requer elevados padrões de segurança em laboratório para evitar que o vírus se espalhe ou que chegue às mãos de terroristas.

Baron May, ex-cientista-chefe do governo do Reino Unido, disse ao jornal The Independente que o trabalho da equipe de Chen Hualan é "terrivelmente irresponsável".

"Eles alegam estar a fazer isso para ajudar a desenvolver vacinas e afins. Mas a razão verdadeira é que eles são movidos pela ambição cega e não têm qualquer bom senso", acrescentou Baron May.

Fonte: Visão

terça-feira, 9 de abril de 2013

Coreia do Norte avisa estrangeiros na Coreia do Sul para prepararem saída

Coreia do Norte avisa estrangeiros na Coreia do Sul para prepararem saída
A Coreia do Norte recomendou aos estrangeiros que vivem na Coreia do Sul que tenham planos de evacuação. Também esta terça-feira, Pyongyang retirou os seus 54 mil trabalhadores do complexo industrial de Kaesong.

A advertência aos estrageiros que vivem na Coreia do Sul foi feita pelo porta-voz do Comité da Paz da Ásia-Pacífico da Coreia do Norte, que assegurou que o regime "não quer ver os estrangeiros a serem afetados se estalar uma guerra", segundo a agência estatal de Pyongyang, a KCNA.

O regime de Kim Jong-un já tinha aconselhado o pessoal das embaixadas na sua capital a abandonarem o país antes de dia 10 de abril sob o argumento de uma suposta guerra para breve, em mais uma etapa da tensão regional.

Também esta terça-feira, os trabalhadores norte-coreanos do complexo industrial de Kaesong, único projeto em vigor de cooperação entre as Coreias do Sul e do Norte não compareceram ao trabalho, cumprindo a ameaça de Pyongyang e suspendendo as operações no parque industrial.

Um porta-voz do Ministério da Unificação confirmou à agência Efe que os trabalhadores não se apresentaram ao trabalho e que a Coreia do Norte não planeia os habituais serviços de autocarro utilizados no transporte dos trabalhadores entre as suas casas e o parque.

O regime norte-coreano alertou, segunda-feira, que iria retirar do parque todos os 54 mil trabalhadores que laboravam nas 123 empresas sul-coreanas instaladas na zona e depois de seis dias em que impediu a entrada de cidadão da Coreia do Sul no complexo.

O complexo de Kaesong foi aberto em 2004 numa época de aproximação entre as duas Coreias e como forma de cooperação do Sul para com o Norte.

Fonte: Jornal de Notícias

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Coreia: Militares alertam para possível ataque no dia 15

O regime de Kim Jong-un poderá fazer disparos de míssil no próximo dia 15, data de aniversário do seu avô e fundador do regime comunista na Coreia do Norte.

A Coreia do Norte mobilizou um segundo míssil de médio alcance para a sua costa leste e implantou-os nas plataformas móveis. O Ministério da Defesa, que confirmou a mobilização de um primeiro míssil na quinta-feira, recusou comentar a informação avançada.

"Confirma-se que a Coreia do Norte transportou, no início desta semana, dois mísseis Musudan de médio alcance de comboio para a costa leste, implantando-os em viaturas equipadas com plataformas de lançamento", disse fonte oficial citada pela agência sul-coreana Yonhap.

O míssil Musudan foi apresentado, pela primeira vez, numa parada militar, em Outubro de 2010, acreditando-se ser dotado de uma capacidade de alcance de cerca de 3.000 quilómetros, passível de atingir alvos na Coreia do Sul e no Japão.

"O Norte está, aparentemente, disposto a disparar estes mísseis, sem avisar", acrescentou o mesmo responsável à agência de notícias sul-coreana. Fontes militares ouvidas pela Yonhap dizem que o regime liderado por Kim Jong-un poderá fazer disparos de míssil no próximo dia 15, data de aniversário do seu avô e fundador do regime comunista na Coreia do Norte, Kim Il-sung, o qual faleceu em 1994.

Coreia do Sul pondera retirada de trabalhadores de Kaesong

A Coreia do Sul poderá retirar os seus trabalhadores do complexo industrial conjunto com a Coreia do Norte se a situação se tornar insustentável à medida que as tensões entre os dois países aumentam, afirmou hoje o ministro da Unificação.

"Penso que podemos ter de retirar os trabalhadores sul-coreanos de Kaesong para a sua própria segurança caso a situação assim o exija", disse o ministro da Unificação, Ryoo Kihl-Jae.

Contudo, a actual ameaça para a sua segurança não é "tão elevada", ao ponto de se considerar uma retirada, disse Ryoo, acrescentando que qualquer acção seria tomada após consulta das 123 empresas sul-coreanas que operam no complexo industrial.

Ainda assim, a Coreia do Sul destacou hoje dois navios com sistemas para interceptar mísseis nas costas do Mar Amarelo e Mar do Japão face a movimentos que indicavam que o Norte poderia estar a preparar um lançamento.

Fonte: Economico

Coreia do Norte instala outro míssil balístico na costa leste

Coreia do Norte, míssil balístico, fronteira
A Coreia do Norte transferiu um segundo míssil balístico de médio alcance para sua costa leste, informou a agência de notícias Yonhap citando representantes de círculos militares.

Segundo a fonte da agência, os mísseis se encontram instalados em sistemas lançadores móveis e estão escondidos numa instalação de propósito desconhecido.

Anteriormente, a agência Yonhap, referindo-se a dados de inteligência da Coreia do Sul e dos EUA, informara que a Coreia do Norte havia transferido para esta área um míssil balístico do tipo Musudan, de cerca de 3.000-4.000 quilômetros de alcance.

Fonte: Voz da Rússia

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Coreia do Norte manda para casa vizinhos do Sul

Trabalhadores sul-coreanos foram hoje impedidos de entrar no complexo industrial de Kaesong, do outro lado da fronteira
É mais um sinal da tensão entre as duas Coreias. A do Norte impediu hoje os seus vizinhos do Sul de acederam ao complexo industrial de Kaesong, o único elo de ligação entre os dois países.

A Coreia do Norte impediu hoje a entrada de cidadãos sul-coreanos ao complexo industrial de Kaesong, localizado no seu território. A Coreia do Sul já garantiu que, se for necessário, garantirá através de uma intervenção militar a seguranças dos seus cidadãos no único projeto conjunto entre os dois países.

"Preparámos um plano de contingência que inclui uma possível ação militar, caso haja uma situação grave", afirmou o ministro da Defesa da Coreia do Sul, Kim Kwan-Jin, durante uma reunião dos membros do partido conservador.

Segundo a agência Reuters, que cita fonte oficial, os cerca de 800 trabalhadores sul-coreanos que pernoitaram no complexo não serão impedidos de regressar a casa.

Inaugurado em agosto de 2000, como forma de cooperação entre os dois países desavindos, estão instaladas em Kaesong 123 empresas, muitas das quais são propriedade de empresários sul-coreanos.

Entre as centenas de trabalhadores que foram impedidos entrar no complexo, dominava a sensação de que Kaesong será definitivamente encerrado.

"A confiança entre a Coreia do Norte e do Sul está a desmoronar-se. Acabaremos por ter de assumir os prejuízos", disse à Reuters um empresário sul-coreano, dono de uma fábrica de pronto a vestir onde trabalham 600 norte-coreanos que recebem, em média, 130 dólares (100 euros) por mês.

Um outro empresário contou à Reuters que desde que a Coreia do Norte declarou guerra ao vizinho do sul, que os trabalhadores norte-coreanos têm uma atitude pouco amigável. 

As 123 empresas sul-coreanas pagam, anualmente, mais de 80 milhões de dólares (cerca de 62,3 milhões de euros) em salários aos trabalhadores do complexo e permite um encaixe, segundo a Coreia do Sul, de dois mil milhões de dólares (1.6 mil milhões de euros) por ano a Pyonyang.

Fonte: Jornal Expresso

sábado, 30 de março de 2013

Rússia apela à contenção das Coreias, EUA estão em alerta

Rússia apela à contenção das Coreias, EUA estão em alerta
O governo russo apelou hoje à máxima contenção da Coreia do Norte e do Sul, assim como dos Estados Unidos perante a ameaça do regime de Pyongyang. Administração norte-americana mantém-se em contacto com os aliados.

A Rússia pede a "máxima contenção" das duas Coreias e dos Estados Unidos, depois da Coreia do Norte ter anunciado ter entrado em "estado de guerra" com a Coreia do Sul.

"Esperemos que os dois lados exerçam uma responsabilidade e contenção máximas e que nada ultrapasse o ponto de não retorno", afirmou Grigori Logvinov, alto funcionário do Ministério russo dos Negócios Estrangeiros, que tem a cargo a pasta da Coreia, citado pela Reuters. 

A declaração de guerra por parte da Coreia do Norte não desperta grande alarme à Coreia do Sul, que considera que esta não é uma ameaça nova, no entanto, os EUA parecem estar mais preocupados com a situação.

A porta-voz do Conselho da Segurança Nacional, Caitlin Hayden, disse que "a Casa Branca leva a sério estas ameaças e mantém estreito contacto com os aliados sul-coreanos.

Ameaça de guerra nuclear 

Segundo a responsável, a declaração da Coreia do Norte, que inclui ameaças diretas aos EUA, não é "nada construtiva", nomeadamente o "últimato", que fala numa "batalha final de vida ou morte" e "uma guerra nuclear".

Também o secretário da Defesa, Chuck Hagel, transmitiu a preocupação dos EUA, depois de o Pentágono dar ordem a que bombardeiros furtivos B-2 sobrevoassem a região, como aviso à Coreia do Norte. 

Enquanto as provocações sobem de tom, o ministério da Defesa sul-coreano limitou-se a dizer que reprimirá qualquer avanço da Coreia do Norte, sublinhando que até agora não foi detetado qualquer movimento das tropas.

Na sexta-feira, durante o dia, a Coreia do Norte já dito que tinha os seus mísseis prontos para atacar os Estados Unidos e a Coreia do Sul, em resposta aos exercícios militares conjuntos dos dois países.

As duas Coreias vivem praticamente em permanente tensão desde o fim do conflito coreano em 1953, que não teve um tratado de paz.Fonte: Jornal Expresso.

Fonte: Jornal Expresso

Relógio do Juízo Final: Falta 1 Minuto Para a Meia-Noite

O Relógio do Apocalipse é um relógio simbólico mantido desde 1947 pelo comitê de diretores do Bulletin of the Atomic Scientists da Universidade de Chicago. Ele utiliza uma analogia onde a raça humana está a "minutos para a meia-noite", onde a meia-noite representa a destruição por uma guerra nuclear.

Desde sua introdução, o relógio vem aparecendo na capa de cada exemplar do Bulletin of the Atomic Scientists. A primeira representação do relógio foi produzida em 1947, quando a artista Martyl Langsdorf, esposa do físico Alexander Langsdorf Jr. (que trabalhou no Projeto Manhattan), foi convidada pelo co-fundador da revista Hyman Goldsmith para desenhar uma capa para a edição de Junho.

O número de minutos para a meia-noite, uma medida do nível nuclear, de aparelhamento e tecnologias envolvidas, é atualizado periodicamente. A última mudança, um atraso de um minuto ocorrido em 14 de janeiro, de 2010, deu-se em virtude de avanços na redução de armas nucleares e de poluentes atmosféricos.[1] Foi o primeiro recuo desde 1991, quando o Tratado de Redução de Armas Estratégicas foi assinado pelos Estados Unidos e a extinta União Soviética.




AnoMin. restantesTempoMudançaMotivo
1947711:53--A contagem inicial do Relógio do Apocalipse.
1949311:57-4A União Soviética testa sua primeira bomba atômica.
1953211:58-1Os Estados Unidos e a União Soviética testam dispositivos termonucleares no intervalo de nove meses entre um e outro. Nesta data, o relógio está na sua mais próxima aproximação da meia-noite.
1960711:53+5Em resposta a uma percepção de um aumento da cooperação científica e compreensão pública dos perigos de armas nucleares.
19631211:48+5Os Estados Unidos e a União Soviética assinam o Tratado de Interdição Parcial de Ensaios Nucleares, limitando testes nucleares atmosféricos.
1968711:53-5França e China adquirem e testam armas nucleares (1960 and 1964 respectivamente); guerras no Oriente Médio, subcontinente indiano, e a Guerra do Vietnã.
19691011:50+3O Senado dos EUA ratifica o Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares.
19721211:48+2Os Estados Unidos e a União Soviética assinam o SALT I - (Acordo de Limitação de Armamentos Estratégicos) e o (Tratado Anti-míssil balístico).
1974911:51-3Índia testa um dispositivo nuclear (Smiling Buddha).
1980711:53-2Outros impasses nas conversações EUA - URSS provocam guerras nacionalistas e ações terroristas.
1981411:56-3Intensifica-se a corrida armamentista; conflitos no Afeganistão, África do Sul, e Polônia aumentam a tensão mundial.
1984311:57-1Nova escala da corrida armamentista nos EUA na política de Ronald Reagan.
1988611:54+3Os EUA e a União Soviética assinam um tratado para eliminar as forças nucleares de alcance intermédio; melhoram as relações.
19901011:50+4Queda do Muro de Berlin; sucesso nos movimentos anti-comunistas na Europa Ocidental; Guerra Fria próxima ao fim.
19911711:43+7Os Estados Unidos e a União Soviética assinam o Tratado de Redução de Armamentos Estratégicos (Strategic Arms Reduction Treaty). O relógio está na sua maior distância da meia-noite até hoje.
19951411:46-3Despesas militares globais continuam nos níveis da Guerra Fria; preocupações com a inteligência e a proliferação de armas nucleares soviéticas.
1998911:51-5Índia e Paquistão testam armas nucleares; Estados Unidos e Rússia entram em dificuldades em reduzir os estoques.
2002711:53-2Pequeno progresso sobre o desarmamento nuclear global; Estados Unidos rejeita uma série de tratados de controle de armamento e anuncia a sua intenção de se retirar do Tratado Anti-Mísseis Balísticos; terroristas procuram adquirir armas nucleares.
2007511:55-2Recente teste nuclear da Coréia do Norte; ambições nucleares do Irã. Novo interesse dos EUA sobre a utilidade militar de armas nucleares; a não suficiente adequação dos materiais nucleares, bem como a continuação de cerca de 26000 armas nucleares nos Estados Unidos e na Rússia. Especialistas avaliam os riscos para a civilização ter acrescentado o Aquecimento Global e a perspectiva de uma aniquilação nuclear como as maiores ameaças à humanidade.
2010611:54+1Cooperação mundial para reduzir arsenais nucleares e compromissos para limitar as emissões de gases que comprometem a estabilidade climática.[1]
2012511:55-1Piora na situação mundial devido aos perigos de proliferação nuclear e mudança climática.
2013511:59-1
Coreia do Norte ordena que mísseis fiquem de prontidão para atacar bases dos EUA
Fonte: Wikipedia

Coreia do Norte declara guerra à Coreia do Sul

A Coreia do Norte anunciou este sábado que entrou em estado de guerra com a Coreia do Sul, informou a agência de notícias sul-coreana, Yonhap.

"A partir de agora, as relações inter-coreanas entraram num estado de guerra e todos os assuntos entre as duas Coreias serão tratados de acordo com o protocolo de guerra", anunciou a Coreia do Norte numa declaração que vincula todo o governo e instituições do país.

Fonte: Correio da Manhã

sexta-feira, 29 de março de 2013

Líder norte-coreano ordena preparação de ataque aos EUA

Líder norte-coreano ordena preparação de ataque aos EUA
O líder norte-coreano, Kim Jong-Un, ordenou esta quinta-feira a preparação para a realização de ataques com mísseis estratégicos ao território continental dos EUA e às suas bases no Pacífico e na Coreia do Sul.

A ordem, emitida numa reunião de emergência com os principais chefes militares, foi uma resposta direta ao uso de bombardeiros furtivos B-2 norte-americanos com capacidade nuclear nas manobras conjuntas, em curso, dos EUA com a Coreia do Sul.

Perante a possibilidade de uma "provocação irrefletida" dos EUA, as forças norte-coreanas "deve atacar sem piedade o continente norte-americano (...), as bases militares no Pacífico, incluindo Havai e Guam, e na Coreia do Sul", disse Kim Jong-Un, citado pela agência noticiosa oficial norte-coreana KCNA.

Com a tensão a aumentar na península coreana, dois B-2 fizeram voos de treino na quinta-feira, sobre a Coreia do Sul, para sublinhar o compromisso dos EUA na sua aliança militar com Seul, na eventualidade de uma agressão por parte do Norte.

Kim Jong-Un afirmou que os voos dos bombardeiros furtivos foram mais do que uma simples demonstração de força e correspondem a um "ultimato dos EUA de que vão começar uma guerra nuclear a todo custo".

Na reunião de emergência, realizada às 00.30 horas locais (15.30 horas de Portugal continental) estiveram o chefe do Exército Popular e o comandante das operações com mísseis estratégicos.

Fonte: Jornal de Notícias

quarta-feira, 27 de março de 2013

Pentágono: EUA estão prontos para a guerra contra a Coreia do Norte

eua, coreia do norte
Os EUA estão dispostos a empreender ações de resposta contra a Coreia do Norte, em quaisquer situações de emergência, declarou hoje o porta-voz da Secretaria da Defesa dos EUA, George Little, comentando as novas ameaças formuladas por Pyongyang.

Ele assinalou que Washington se mostra preocupada com o aumento da retórica hostil da Coreia do Norte, exortando-a a pôr fim às ameaças, que não beneficiam ninguém.

A Coreia do Norte declarou hoje que está pronta a atacar o território dos EUA com mísseis.

Fonte: Voz da Rússia

segunda-feira, 25 de março de 2013

Americanos ajudarão Coreia do Sul nos confrontos com a Coreia do Norte

Americanos ajudarão Coreia do Sul nos confrontos com a Coreia do Norte
Os EUA e a Coreia do Sul assinaram um plano de ações conjuntas contra o que eles chamam de uma “provocação da parte da Coreia do Norte”.

Este novo acordo reflete o que os países farão se a Coreia do Norte de repente começar a atacar.

Segundo acordos anteriores, em pequenos confrontos, os americanos podiam não vir ao resgate. Agora Seul pode apelar a Washington se Pyongyang realmente atacar ilhas periféricas da Coreia do Sul. Por enquanto, a Coreia do Norte apenas ameaçou fazê-lo.

Hoje, na Coreia do Sul estão constantemente instalados 28.000 militares norte-americanos.

Fonte: Voz a Rússia

quinta-feira, 21 de março de 2013

Irão avisa que se for atacado por Israel 'aniquila' Telavive e Haifa

O Irão avisou esta quinta-feria que se for alvo de um ataque militar israelita tem capacidade para ‘aniquilar’ as cidades de Telavive e Haifa.

A ameaça partiu do líder máximo do país, o aiatola Ali Khamenei, que afirmou que Israel é demasiado pequeno para ser chamado de inimigo e que os Estados Unidos são «o centro de animosidade» contra o Islão.

Estas declarações foram num discurso para uma multidão de iranianos, no primeiro dia do ano novo do calendário persa. O discurso de Ali Khamenei foi transmitido, em directo, pela rádio estatal.

Israel, que se pensa ser o único país do Médio Oriente com arsenal de armas nucleares, ameaçou agir militarmente contra o Irão caso a não se consiga impedir o programa iraniano de armamento nuclear pela via diplomática.

O Irão diz que o seu programa nuclear é pacífico.

Fonte: AP/SOL

segunda-feira, 11 de março de 2013

Coreia do Norte corta comunicação com o Sul

A Coreia do Norte cortou esta segunda-feira a única linha de comunicação que mantinha aberta com a Coreia do Sul, aumentando o clima de tensão na península coreana, informou o Ministério da Unificação sul-coreano.

A decisão de Pyongyang de cortar a única linha de comunicação com Seul, localizada junto à aldeia fronteiriça de Panmunjom, ocorreu depois de a Coreia do Sul e EUA terem iniciado manobras militares conjuntas denominadas 'Key Resolve'.

Recorde-se que o regime norte-acoreano liderado por Kim Jong-un anunciou na semana passada a medida tomada hoje, bem como a anulação do acordo de armistício que pôs fim à guerra da Coreia (1950-1953), caso Washington e Seul avançassem com as manobras conjuntas.

Fonte: Correio da Manhã

domingo, 10 de março de 2013

Juncker alerta para "os demónios da guerra" na Europa

Jean-Claude Juncker em Lisboa
O ex-líder do Eurogrupo, Jean-Claude Juncker, admite que a atual crise europeia pode provocar uma nova guerra.

O primeiro-ministro luxemburguês não poupou nas palavras: "Quem acredita que a eterna questão da guerra e paz na Europa não pode voltar a ocorrer, está completamente errado. Os demónios não desapareceram, estão apenas a dormir, como foi demonstrado pela guerra na Bósnia e no Kosovo", afirmou em entrevista publicada este domingo na revista alemã Der Spiegel.

Um alerta reforçado pela forma como a União Europeia, e especialmente a Alemanha, está a lidar com a crise grega: "A forma como alguns políticos alemães se têm referido à Grécia, um país severamente atingido pela crise, deixou feridas profundas na sociedade grega. Da mesma forma, assustou-me ver manifestantes em Atenas receber a chanceler alemã, Angela Merkel, envergando uniformes nazis".

"Também a campanha eleitoral italiana foi excessivamente anti-alemã e anti-europeia", considerou Juncker, analisando desta forma as eleições italianas: "Beppe Grillo é principalmente um crítico da classe política. Silvio Berlusconi prometeu baixar os impostos aos cidadãos. O partido que se posicionou em Itália fortemente contra o euro foi a Liga do Norte, que perdeu muitos votos.

Para Juncker, a saída da crise europeia só se conseguirá com mais união entre os países: "[A UE] é a única oportunidade de não ficarmos de fora do mundo. Os chefes de governo de França, Alemanha e Grã-Bretanha estão conscientes de que a sua voz apenas é ouvida internacionalmente porque é transmitido através do megafone da União Europeia".

Fonte: DN.PT

sexta-feira, 8 de março de 2013

Merkel preocupada com tensão na península coreana

A chanceler alemã, Angela Merkel, declarou esta sexta-feira a "grande preocupação" de Berlim com o aumento da tensão na península da Coreia.

A Coreia do Norte não vai "conseguir que o mundo se deixe afetar pelas ameaças de guerra", anunciou o porta-voz de Merkel, Steffen Seibert.

Seibert, que saudou a resposta "forte e unânime" do Conselho de Segurança, incluindo da China, aliada tradicional de Pyongyang, referiu a disponibilidade da comunidade internacional para o diálogo.

Por seu turno, o ministro alemão dos Negócios Estrangeiros, Guido Westerwelle, pediu esta sexta-feira à União Europeia para, na segunda-feira, discutir a possibilidade de novas sanções contra a Coreia do Norte, além das votadas na quinta-feira pelo Conselho de Segurança da ONU.

"Devemos discutir a nossa contribuição para que a pressão sobre o regime (de Pyongyang) não abrande", disse Westerwelle numa conferência de imprensa.

O chefe da diplomacia alemã congratulou-se igualmente por a China ter "assumido a sua responsabilidade particular", ao votar favoravelmente as sanções da ONU, e pediu a Pequim para "fazer compreender claramente aos dirigentes de Pyongyang que foram longe demais com as suas novas ameaças e provocações".

A Coreia do Norte anunciou, algumas horas depois das novas sanções decretadas pelo Conselho de Segurança, que iria romper os acordos de não-agressão com a Coreia do Sul e que cortaria o 'telefone vermelho' (linha de emergência) existente entre os dois países.

Na terça-feira, Pyongyang já havia ameaçado denunciar o armistício que pôs fim à guerra de 1953 e, prevendo a aprovação de novas sanções, um "ataque nuclear preventivo" contra os Estados Unidos.

Fonte: Correio da Manhã

Coreia do Norte: China apela à calma

A China apelou esta sexta-feira à "calma e à contenção" depois de Pyongyang responder às novas sanções da ONU com ameaças de guerra nuclear e promessas de anulação dos pactos de não-agressão com a Coreia do Sul.

"A China apela a todas as partes envolvidas que conservem a calma, que façam provas de contenção e se abstenham de qualquer ação suscetível de agravar as tensões", disse a porta-voz da diplomacia chinesa, Hua Chunying, aos jornalistas em Pequim.

A porta-voz lembrou que a situação atual na península da Coreia é "altamente complexa e sensível" e afirmou que Pequim "manifesta preocupação".

Pequim é o principal aliado da Coreia do Norte e de longe o seu maior parceiro comercial, além de ser o seu primeiro fornecedor de energia. No entanto, na quinta-feira, a China votou a favor da resolução da ONU que endurece as sanções contra Pyongyang na sequência do teste nuclear do mês passado.

"Acreditamos que a resolução é equilibrada", referiu Hua. "A China é objetiva e justa neste assunto e assumiu um papel construtivo ao longo da discussão no Conselho de Segurança".

A porta-voz acrescentou que a China tem sempre implementado "com seriedade" as resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas e reiterou o apelo de Pequim para o regresso das conversações a seis, que reúnem as duas Coreias, os EUA, o Japão, a Rússia e a China - que têm estado moribundas desde 2009.

O comércio e a ajuda externa da China permitiram ao Governo de Pyongyang sobreviver desde a guerra da Coreia (1950-53), que se estima ter resultado na morte de 400 mil militares chineses.

Fonte: Correio da Manhã

Coreia do Norte rasgou todos os acordos com Coreia do Sul

Coreia do Norte, bandeira
Pyongyang rasgou na sexta-feira todos os acordos de mútua não-agressão com a Coreia do Sul, informou Central agência de notícias coreana (KCNA, na sigla inglesa).

A KCNA esclarece que foi anulada também a declaração conjunta dos participantes das conversações a seis sobre a questão nuclear da Coreia do Norte, bem como desligada a linha de ligação direta entre o Norte e o Sul em Panmunjeon.

Na quinta-feira, o Conselho de Segurança da ONU aprovou por unanimidade um projeto de resolução propondo sanções mais duras contra a Coreia do Norte. Atualmente, na região estão sendo realizados exercícios militares conjuntos de grande escala da Coreia do Sul e Estados Unidos.

Fonte: Voz da Rússia



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